<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007</id><updated>2012-02-11T13:45:32.180-03:00</updated><title type='text'>Prof. Ronaldo Xavier</title><subtitle type='html'>Sejam bem-vindos ao meu blog. Um espaço para discutirmos ciência e atualidades, com ênfase ao dilema das origens.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cristão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-1106653875115330214</id><published>2011-05-25T22:34:00.002-03:00</published><updated>2011-10-09T07:11:38.971-03:00</updated><title type='text'>Projetado</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Uma breve história do design&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;[Tradução da Introdução do livro &lt;i&gt;By Design, Evidence for nature's Intelligent Designer – The God of the Bible, &lt;/i&gt;de Jonathan Sarfati. Traduzido a partir da versão em espanhol, disponível em: &lt;a href="http://creation.com/by-design-introduction-spanish"&gt;http://creation.com/by-design-introduction-spanish&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O argumento do design tem uma história longa e notável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Durante milênios os filósofos usaram o design da vida e do universo como evidência de um Designer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dado que a vida se originou em um passado remoto, a ciência experimental não pode observar diretamente seu planejamento ou sua evolução. Porém é lógico supor que a evolução ou a criação produziram certos efeitos que podemos observar hoje. Este capítulo trata sobre os critérios que usamos em nossa vida cotidiana para determinar se algo foi projetado, e aplica estes critérios aos seres vivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Argumento do projeto para o projetista&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Muitos filósofos sustentaram que o mundo vivo mostra evidências de planejamento, as quais apontam para um ou mais projetistas. Isto se conhece como o &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;argumento teleológico&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Platão e Aristóteles [1]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Platão (428-348 a.C) afirmava que há duas coisas que "fazem que os homens acreditem nos deuses", uma baseada na alma, e a outra baseada na "ordem e movimento das estrelas, e de todas as coisas debaixo do domínio da mente que ordenou o universo".[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Seu maior discípulo, Aristóteles (384-322 a.C) [3] argumentando a partir da ordem nas estrelas sustentou que deve ter tido um "Primeiro Promotor Imutável que é Deus, um ser sublime, vivente, inteligente, incorpóreo, eterno o qual é a fonte de ordem no cosmos." [1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Cícero&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O orador e político romano Marco Túlio Cícero (106-43 a.C) em seu livro &lt;i&gt;De Natura Deorum&lt;/i&gt; (Sobre a Natureza dos deuses) usa energicamente os argumentos do design contra a concepção evolucionista de Epicuro (341-270 a.C.). Epicuro ensinava que todas as coisas se formam por colisões aleatórias das partículas, as quais poderiam formar inclusive algo tão belo como o mundo. Cícero respondeu que isto era semelhante a crer que se lançamos ao chão as letras do alfabeto com a freqüência suficiente, deveríamos compor os Anais de Ênio. E disse que se as colisões aleatórias das partículas podiam criar um mundo, porque não podia construir objetos muito menos difíceis como uma colunata, um templo, uma casa ou uma cidade, os quais sem dúvida alguma foram projetados?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;O Apóstolo Paulo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Um dos escritos mais famosos de Paulo sobre o tema do Projetista é encontrado em Romanos 1:20:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Por que as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Mestres da Igreja&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O antigo apologista latino Minucio Félix (século III d.C) defendeu o design em sua obra &lt;i&gt;Octavius. &lt;/i&gt;Esta obra está escrita em forma de um diálogo entre um cristão e um pagão e tem muitas semelhanças com os escritos de Cícero. Gregório de Nazianzeno, o Teólogo (329-389) utiliza argumentos de design. Porém um dos mais conhecidos é Tomás de Aquino (1225-1274), quem postulou "cinco vias", ou o que ele considerava cinco provas da existência de Deus em sua &lt;i&gt;Suma Teológica:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"A quinta via se baseia no governo do mundo: vemos que algumas coisas que carecem de conhecimento, isto é, os corpos naturais, atuam alcançando um fim. E isto se evidencia porque atuam sempre, ou quase sempre, da mesma forma, com o propósito de obter o melhor resultado. Por isso, é evidente que alcançam sua finalidade, não por acaso, mas sim intencionalmente. Agora, algo que carece de conhecimento não pode avançar para uma finalidade, a menos que seja dirigido por um ser dotado de conhecimento e inteligência, como a flecha que é dirigida pelo arqueiro. Portanto, existe um ser inteligente causador de que todas as coisas naturais se dirijam a sua finalidade, e a este ser lhe chamamos Deus."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Sir Isaac Newton&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Isaac Newton (1642-1727), que é considerado o maior cientista de todos os tempos, escreveu mais acerca de teologia que de ciência. Por exemplo, escreveu:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Este sublime sistema do Sol, planetas e cometas só pode vir do conselho e domínio de um Ser inteligente... Este Ser governa todas as coisas, não como a alma do mundo, mas sim como Senhor sobre tudo, e em razão do seu domínio é freqüentemente chamado "Senhor Deus", Παντοκράτωρ [Pantocrator], o "Soberano Universal"... O Deus supremo é um ser eterno, infinito, absolutamente perfeito." [4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Se opor a piedade é professar o ateísmo e praticar a idolatria. O ateísmo é tão insensato e odioso para a humanidade que nunca teve muitos professores." [5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;William Paley&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O inglês William Paley (1743–1805) foi um renomado defensor do projeto, escreveu seu conhecido tratado &lt;i&gt;Teologia Natural &lt;/i&gt;em 1804. Seu argumento mais conhecido trata de alguém que encontra um relógio enquanto caminha por um campo estério.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Observando em sua totalidade a intricada maquinaria e como está disposta de forma correta, a única conclusão lógica é que teve um autor que "entendeu sua construção e projetou sua utilização". Paley também argumentou que o olho foi projetado, comparando-o com aparelhos ópticos projetados, como os telescópios e os microscópios. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Este livro foi leitura obrigatória nas universidades britânicas durante várias décadas, e exerceu uma grande influência durante muitas gerações. [6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O filósofo da ciência Elliot Sober, contrário a teoria do design, o resume assim:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Antes de Darwin, alguns dos melhores e mais brilhantes talentos, tanto na filosofia como na ciência, defenderam que a adaptabilidade dos organismos só pode ser explicada pela hipótese de que os organismos são o produto de um projeto inteligente. O argumento do projeto é uma linha de raciocínio que vale a pena valorizar como um objeto de autêntica beleza intelectual. Não foi a fantasia de alguns loucos, mas sim de gênios criativos." [7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Críticos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;David Hume&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Muitos sustentam que o argumento de Paley foi refutado pelo filósofo escocês David Hume (1711–1776) em seu livro &lt;i&gt;Diálogos sobre a Religião Natural &lt;/i&gt;publicado em 1779. Porém, a obra de Paley foi escrita quase trinta anos &lt;i&gt;depois &lt;/i&gt;de Hume, e segundo Frederick Ferré, o argumento de Paley não se vê afetado pela maioria das objeções de Hume. [8]&lt;i&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/i&gt;Além disso, Filón, o personagem usado por Hume para encarnar suas próprias opiniões contra o argumento do design de Cleantes, ao final está de acordo que o argumento do design é contundente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Charles Darwin e Alfred Russel Wallace&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Até mesmo alguns ateus ardentes como Richard Dawkins estão de acordo que a resposta de Hume era insuficiente porque não consegue propor uma alternativa para a origem da complexidade. Porém Darwin (1809–1882) [9] e Wallace [10,11] adotaram uma idéia encontrada nos escritos de Paley e desenvolvida por Edward Blyth (1810–1873), a &lt;i&gt;seleção natural. &lt;/i&gt;[12] Blyth e outros teóricos do design postulavam que a seleção natural é uma força &lt;i&gt;conservadora, &lt;/i&gt;que elimina os não aptos (conservando assim "a qualidade de uma população de animais") e que executa um papel destacado no desenvolvimento de novas &lt;i&gt;variedades &lt;/i&gt;animais. Pelo contrário Darwin e Wallace afirmam que a seleção natural é uma força &lt;i&gt;criativa. &lt;/i&gt;Supostamente, a seleção natural poderia agir em pequenas variações e ao acumulá-las progressivamente, ao longo de longos períodos de tempo, poderia criar uma maior complexidade. Dawkins disse a famosa frase:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Um ateu antes de Darwin poderia ter dito, seguindo a Hume: 'Não tenho uma explicação para o complexo desenho biológico. Tudo o que sei é que Deus não é uma boa explicação, de maneira que devemos esperar e confiar que alguém proponha outra melhor.' Pode imaginar que esta postura, ainda que logicamente sensata, deveria deixar uma sensação de profunda insatisfação, e que ainda que o ateísmo poderia ser mantido de uma forma lógica antes de Darwin, este fez que seja possível ser um ateu intelectualmente satisfeito." [13]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Os críticos de Darwin&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O surgimento, no século XX, do moderno movimento antievolucionista a favor da criação deu lugar a muitas obras questionando o darwinismo. Woodward resumiu o surgimento do moderno movimento do design [14, 15] porém muito antes do aparecimento do moderno movimento do design, um dos antievolucionistas mais notáveis foi um ornitólogo do Reino Unido ex-darwinista e ex-advogado: Douglas Dewar (1875–1957). Dewar foi um líder do movimento de protesto contra a evolução, e escreveu vários livros sobre o design biológico. [16]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Nos EUA, o engenheiro Henry Morris (1918–2006) fundou o Institute for Creation Research em 1970. Morris iniciou o movimento criacionista moderno com seu livro &lt;i&gt;The Genesis Flood &lt;/i&gt;(1961) do qual foi co-autor o teólogo John Whitcomb. Seu colega, o bioquímico Duane Gish (1921–), pronunciou freqüentes conferências sobre o design dos organismos vivos, assim como sobre o registro fóssil e sobre as críticas às teorias sobre a origem evolutiva da vida. Teve grande êxito nos debates com evolucionistas, [17] que muitas vezes aconteceram nos campi universitários dos EUA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Informação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Quase ao mesmo tempo, Arthur Wilder-Smith (1915–1995), triplo doutorado em ciências, argumentou contra o darwinismo com base no design. Foi pioneiro no uso do conceito de &lt;i&gt;informação. &lt;/i&gt;William Dembski (1960–), doutor em matemática e filosofia da ciência, divulgou o conceito de informação e desenvolveu sua base matemática de forma rigorosa, em seu livro &lt;i&gt;The Design Inference &lt;/i&gt;(A Inferência de Projeto), publicado pela prestigiosa Cambridge University Press (1998). [18] Outro matemático crítico do darwinismo é Lee Spetner, que ensinou a teoria da informação e comunicação no Laboratório de Física Aplicada da John Hopkins University desde 1951 até 1970. Lee sustenta que as mutações e a seleção natural são insuficientes para explicar a enorme quantidade de informação nos seres vivos. [19]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Complexidade Irredutível&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Ao mesmo tempo, o bioquímico Michael Behe (1952-) estudava exemplos &lt;i&gt;práticos &lt;/i&gt;de design. Em seu caso expondo suas descobertas sobre os processos bioquímicos e a maquinaria submicroscópica que Darwin nunca imaginou que existira. Behe é conhecido por cunhar o termo "Complexidade Irredutível":&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Por complexidade irredutível me refiro a um sistema único composto de várias partes interdependentes que contribuem para sua função básica, no qual a eliminação de qualquer das partes faria com que o sistema deixasse de funcionar. Um sistema irredutivelmente complexo não pode ser produzido gradualmente mediante leves modificações sucessivas de um sistema precursor, já que qualquer precursor de um sistema irredutivelmente complexo é, por definição, não funcional. Dado que a seleção natural requer a existência prévia de uma função para ser selecionada, um sistema biológico irredutivelmente complexo, se existisse, teria que surgir como uma unidade integrada para que a seleção natural tivera algo para atuar. Se admite quase universalmente que tal evento súbito, seria incompatível com o gradualismo que Darwin imaginou."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A complexidade irredutível descreve a característica biológica que Darwin se referiu neste desafio:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Se pudesse ser demonstrado que existe algum órgão complexo que não poderia ter sido formado por numerosas e leves modificações sucessivas, minha teoria se desmoronaria por completo."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Behe cita como exemplo uma máquina muito simples: uma ratoeira. Esta não funciona sem a totalidade dos seus componentes; a plataforma, o gancho para a isca, a mola, o arame grosso que serve de martelo, todos devem estar no seu lugar correto. Se for eliminado somente um componente, a ratoeira deixa de funcionar completamente, ou seja, não se pode reduzir sua complexidade sem destruir completamente a sua função.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A idéia central do livro A Caixa Preta de Darwin é que muitas estruturas dos organismos vivos mostram complexidade irredutível, muito mais que uma armadilha para ratos, muito mais do que qualquer máquina feita pelo homem. O autor mostra que até mesmo a forma mais simples de visão em qualquer ser vivente requer uma enorme variedade de elementos químicos dispostos nos lugares adequados, assim como um sistema para transmitir e processar a informação. O mecanismo da coagulação do sangue também está constituído por muitos elementos químicos diferentes que atuam juntos, evitando que sangremos até a morte por causa de cortes sem importância, e ao mesmo tempo evitando a coagulação de todo o sistema sanguíneo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Posteriormente, Behe escreveu o livro &lt;i&gt;The Edge of Evolution &lt;/i&gt;(Os Limites da Evolução)(2007). [21,22]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Este livro se propõe a examinar o que exatamente que os supostos processos neo-darwinistas podem conseguir. Neste livro, o autor aperfeiçoa o conceito de complexidade irredutível que se fez tão popular depois do seu primeiro livro, somando dois conceitos adicionais; &lt;i&gt;etapas &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;coerência&lt;/i&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Neste capítulo, desenvolvo dois critérios para julgar se as mutações aleatórias combinadas com a seleção natural são uma explicação biologicamente razoáveis para qualquer dado fenômeno molecular. Os critérios, que se desenvolvem em detalhe no resto do capítulo, são os seguintes:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="color: white;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Primeiro, &lt;i&gt;Etapas&lt;/i&gt;: Uma explicação darwinista é tanto mais improvável quanto mais etapas evolutivas intermediárias tenha que atravessar para alcançar um objetivo biológico sem colher um benefício líquido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo, &lt;i&gt;Coerência&lt;/i&gt;: Uma característica clara do planejamento é o ordenamento coerente de etapas para se conseguir um objetivo. Em contraste, a mutação aleatória é incoerente, ou seja, não há razão alguma pela qual um avanço evolutivo de uma população de organismos teve conexão com seu predecessor. "[23]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em seguida, Behe explica:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"O conceito de complexidade irredutível, ao ser centrado principalmente sobre as "partes" de um sistema, ignora o fato de que uma parte poderia ser uma peça especial que em si mesma demande uma explicação que inclua muitas etapas. Além do mais, ignora as etapas necessárias para juntar (unir fisicamente) um sistema, uma vez que as partes estão disponíveis. Quando a mola foi fabricada e as outras partes da futura ratoeira estão prontas para o uso, o fabricante de ratoeiras reúne as distintas peças que se encontram em diferentes lugares de sua oficina, às leva a seu banco de trabalho e as junta em sua posição correta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O conceito de sucessão de "etapas" é semelhante à idéia de complexidade irredutível porque ambos se perguntam se são requeridos múltiplos fatores para se produzir algo. Porém, usando o conceito de "etapas", Behe vai mais além, pois se pergunta quantas &lt;i&gt;ações &lt;/i&gt;separadas (não somente &lt;i&gt;partes&lt;/i&gt; separadas) são necessárias para construir um sistema. O conceito da sucessão de "etapas" é especialmente útil quando o número de ações necessárias juntarem as partes é pequeno. Assim se pode localizar o limite da evolução com maior precisão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O conceito de coerência está implícito na definição de complexidade irredutível na idéia de partes que estão "bem adaptadas" para formar um sistema. A ratoeira, composta por peças que encaixam perfeitamente umas com as outras, é muito coerente. Dado que é irredutivelmente complexa, não pode ser construída diretamente por um processo gradual similar ao proposto em um cenário darwinista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Porém suponhamos que existira uma via indireta e tortuosa que pudera dirigir à montagem da ratoeira. Não seria razoável esperar que um processo cego encontrasse esta via... Há muitos becos sem saída, demasiadas ocasiões para que tudo se destrua. Para pegar ratos bastaria um buraco profundo no chão. Porém, um buraco no solo não é uma etapa no caminho que nos leva a uma ratoeira convencional. De modo que, para continuar a construção da ratoeira convencional, seria necessário tampar o buraco (perdão por exagerar a analogia) então os ratos se multiplicariam, pelo menos temporalmente, fazendo que esta via parasse definitivamente. Uma mancha de cola pode pegar um rato, mas não pode transformar-se gradualmente em ratoeira mecânica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Quanto mais peças requeiram um sistema e quanto mais estreitamente se relacionem, tantas mais ocasiões para que o processo de construção do sistema se paralise por completo." [24]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Como detectamos o projeto?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Richard Dawkins escreveu:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"A biologia é o estudo de coisas complicadas que dão a aparência de terem sido projetadas com um propósito." [25]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Claro, Dawkins nega que sejam realmente desenhadas, e as denomina com um termo que ele mesmo cunhou: desenhóides. Porém é ele que deve provar que a aparência de design é enganosa, que é uma ilusão. O presente livro sustenta que a inferência de projeto vai mais além das simples aparências, que a natureza mostra um paralelismo real com as coisas que &lt;i&gt;sabemos &lt;/i&gt;que foi projetado, um paralelismo que se observa inclusive nos níveis mais profundos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Desde o momento que aceitamos a idéia de "aparência de projeto" estamos reconhecendo que o planejamento possui certas características. As pessoas reconhecem a presença de design inteligente constantemente. Por exemplo, se encontramos algumas pontas de flecha em uma ilha deserta, podemos supor que foram feitas por alguém, &lt;i&gt;ainda que não possamos ver o projetista. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Há uma diferença clara entre os escritos produzidos por uma pessoa inteligente, por exemplo, as obras de Shakespeare, e uma seqüência de letras ao acaso como WDLMNLT DTJBKWIRZREZLMQCOP. [26] Também há uma diferença óbvia entre as palavras de Shakespeare e uma seqüência repetitiva como ABCDABCDABCD. Este último é um exemplo de ordem, que deve distinguir-se da narrativa de Shakespeare, a qual é um exemplo de &lt;i&gt;complexidade especificada.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Também podemos reconhecer a diferença que existe entre uma mensagem escrita na areia e as marcas produzidas como conseqüência da ação das ondas e do vento. As cabeças esculpidas dos presidentes dos EUA no Monte Rushmore são claramente diferentes dos vestígios causados pela erosão. Novamente, isto é Complexidade Especificada. A erosão produz formas irregulares ou formas muito ordenadas, como as dunas de areia, porém não produz as cabeças dos presidentes dos EUA nem tão pouco produz textos escritos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Outro exemplo é o programa SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) para a busca de inteligência extraterrestre. A busca de inteligência extraterrestre não teria sentido se não existisse nenhuma forma de discernir se um determinado tipo de sinal procedente do espaço é ou não uma prova de um emissor inteligente. O critério para decidir se procede de um emissor inteligente é, novamente, um sinal que contenha um alto nível de complexidade especificada; este sinal seria a prova da existência de um remetente inteligente &lt;i&gt;mesmo quando não tivéssemos nenhuma outra informação sobre a natureza do seu emissor&lt;/i&gt;. Porém uma seqüência aleatória ou uma seqüência repetitiva não constituem nenhuma prova. Os processos naturais produzem ruído radiomagnético procedente do espaço exterior, enquanto os pulsares (estrelas colapsadas ultra-densas que giram muito rapidamente e emitem sinais de rádio regulares, por isso se chamando "estrelas variáveis pulsantes") produzem sinais regulares. Na realidade, inicialmente, quem estava desejoso de crer em extraterrestres confundiram os pulsares com sinais, porém isto se deve ao fato de que confundiram ordem com complexidade. Assim, os evolucionistas (que são, quase em sua totalidade, defensores da busca de vida extraterrestre) estão dispostos a utilizar a evidência de uma alta Complexidade Especificada como prova de inteligência &lt;i&gt;quando lhes convém por motivos ideológicos. &lt;/i&gt;Isto demonstra mais uma vez como as pressuposições influenciam na nossa forma de interpretar os dados. Para mais informação sobre falácias relacionadas com os OVNIs e SETI veja o livro "God and the Extraterrestrials".[27]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;O filtro explanatório para detectar o projeto&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em seu livro &lt;i&gt;The Design Inference &lt;/i&gt;(A Inferência de Projeto), William Dembski propõe uma forma de chegar a conclusão de planejamento por meio de um processo de eliminação, usando um "filtro". Dembski propõe três possíveis explicações para toda característica observada na natureza: lei, casualidade e planejamento. O método proposto nos leva a buscar uma explicação com base nestas três possibilidades e nesta ordem:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;As leis naturais explicam a regularidade. &lt;/b&gt;Isto se aplica inclusive se, como indica a Bíblia, a lei natural é somente nossa &lt;i&gt;descrição &lt;/i&gt;da forma regular na qual Deus mantém o universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dembski disse:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Para que o filtro elimine a regularidade, é necessário se estabelecer que existe uma multiplicidade de possibilidades compatível com a circunstância antecedente dada (recordemos que a regularidade só admite uma possível conseqüência para uma circunstância antecedente concreta), que dizer, eliminar a regularidade é estabelecer uma multiplicidade de possíveis conseqüências."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;O acaso explica a verdadeira aleatoriedade. &lt;/b&gt;Para que uma lei possa explicar um resultado tem que haver somente um número limitado de possíveis resultados, todos eles previsíveis a partir das circunstâncias. Estes são eventos de alta probabilidade. Se há muitos possíveis resultados diferentes, então a lei não pode explicá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Depois de ter excluído a lei e o acaso já se pode supor que a causa é o projeto. Os eventos planejados possuem padrões marcados por duas caracteristicas: são especificados e de probabilidade muito pequena, como Dembski assinala: "Os eventos especificados de pequena probabilidade não ocorrem por acaso."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Naturalmente, os críticos reagiram contra o critério de Dembski para detectar o projeto dos organismos vivos. Porém se os críticos têm razão, então é impossível detectar o projeto de qualquer tipo: tanto o projeto divino, como o extraterrestre, ou inclusive o planejamento humano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dembski ilustra seu filtro com um exemplo prático de diferenciação entre o acaso e o projeto. O exemplo trata de uma acusação por &lt;i&gt;fraude &lt;/i&gt;consistente na aparição de certas seqüências que deveriam ser aleatórias e que não o eram, ou seja eram o resultado de planejamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"TRENTON, 22 de julho[28] – O Tribunal Supremo de Nova Jersey pôs em evidência a fraude do "homem do braço de ouro", Nicolas Caputo, o Secretário do Condado de Essex simpatizante do Partido Democrata que durante várias décadas tem planejado as cédulas de voto nas quais os candidatos do Partido Democrata apareceram na primeira posição da lista de candidatos em 40 das 41 eleições realizadas... O tribunal constatou que as possibilidades de escolher o mesmo nome 40 vezes em 41 intenções são menores do que 1 em 50 bilhões." [29]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Quando os criacionistas ressaltam a infinitamente pequena probabilidade da origem espontânea da vida, muitos evolucionistas replicam: "E daí? Todas as seqüências são igualmente improváveis. Por exemplo, era extremamente improvável que eu recebesse uma determinada combinação de naipes, mas ainda assim eu sempre recebo uma." No entanto, o eixo central do filtro explanatório de Dembski não é só a baixa probabilidade, afinal de contas, toda seqüência aleatória particular de 41 resultados também é altamente improvável. O teste seria tentar repetir a mesma série por uma &lt;i&gt;segunda &lt;/i&gt;vez. Há &lt;i&gt;duas &lt;/i&gt;condições indispensáveis, que são: uma probabilidade baixa e que o evento seja &lt;i&gt;especificado, &lt;/i&gt;que não se trate de um evento qualquer (ver também o capítulo 14 "Enganando com o acaso").&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em uma votação, o candidato cujo nome aparece na primeira posição na cédula eleitoral possui uma grande vantagem, porque um eleitor descuidado é mais propenso a votar nessa pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Assim, a alta porcentagem de candidatos do Partido Democrata situados na primeira posição da papeleta eleitoral fez que estes candidatos desfrutassem de uma grande vantagem, e o secretário encarregado de confeccionar as cédulas era um simpatizante do Partido Democrata. Portanto, uma proporção de 40/41 aparições na primeira linha é um resultado de significado reconhecível, e já que Caputo era simpatizante do Partido Democrata isto constitui um padrão especificado de antemão. Dado que a probabilidade que surgisse esta seqüência ao acaso era minúscula, não é nenhuma maravilha que o Tribunal Supremo de Nova Jersey razoavelmente concluíra deste modo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Ante estas probabilidades, poucas pessoas razoáveis aceitariam a explicação do acaso" (citado na página 19).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Mesmo assim, Dembski explica que enquanto a fraude é:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"sem dúvida a melhor explicação do braço de ouro de Caputo... o Tribunal se privou de condená-lo... porque o tribunal não tinha um mandato claro para atuar frente a uma seleção altamente improvável de linhas nas cédulas de voto."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Aplicação aos seres vivos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;As três categorias propostas por Dembski mostra que existe um reconhecimento prévio destas categorias básicas. Leslie Orgel (1927-), evolucionista e investigador da origem da vida o confirma assim:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Os seres vivos se destinguem pela sua Complexidade Especificada. Os cristais, como o granito, não podem considerar-se como vida porque carecem de complexidade, misturas de polímeros aleatórios não reunem os requisitos, porque carecem de especificidade." [30]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Infelizmente, um materialista como Orgel se nega a ver uma conexão entre a complexidade especificada e o planejamento, apesar de que a complexidade especificada é o critério preciso do planejamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Informação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O critério do planejamento pode ser descrito em termos de informação. O termo complexidade especificada implica alto conteúdo de informação. Em termos mais formais, o conteúdo da informação de qualquer padrão é o tamanho, em bits, do algoritmo (programa) menor requerido para gerar esse padrão. Um programa curto pode facilmente produzir uma seqüência aleatória:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Imprimir uma letra qualquer ao acaso.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Voltar ao passo 1.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Este programa pode produzir uma seqüência repetitiva:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;Imprimir ABCD.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;Voltar ao passo 1.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Agora, para produzir as obras teatrais de Shakespeare o programa teria que ser o suficientemente grande para escrever cada letra em seu lugar correspondente. [31]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A quantidade de informação que possui os seres vivos é muito maior que as obras de Shakespeare. Richard Dawkins disse:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Há capacidade de informação suficiente em uma só célula humana como para guardar 30 volumes da Enciclopédia Britânica três ou quatro vezes." [32]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Portanto não é lógico crer que uma enciclopédia pudera originar-se sem inteligência, do mesmo modo não é lógico crer que a vida pudera originar-se sem inteligência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Todavia, mais surpreendente é que os seres vivos têm o sistema de armazenamento e recuperação de informação mais compacto que se conhece. E é lógico que seja assim se uma célula de tamanho microscópico vá armazenar uma informação equivalente a várias vezes o conteúdo da &lt;i&gt;Enciclopédia Britânica. &lt;/i&gt;Para ilustrar isso, podemos dizer que a quantidade de informação que poderia ser armazenada em um volume de DNA equivalente a cabeça de um alfinete é esmagadora: É o conteúdo de informação de um monte de livros de bolso de uma altura igual a 500 vezes a distância da terra a lua, cada um deles com um conteúdo distinto e específico. [33]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Podem as mutações gerar informação?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Até mesmo se concedêssemos aos evolucionistas o aparecimento fortuito da primeira célula, ainda assim persiste o problema do aumento do conteúdo da informação total. Transformar uma primeira célula em um ser humano significa encontrar a maneira de gerar enormes quantidades de informação, da ordem de bilhões de "letras" (pares de bases). Esta informação deveria incluir as instruções necessárias para construir olhos, nervos, pele, ossos, músculos, sangue, etc. A evolução confia que os erros de cópia e a seleção natural geram a nova informação necessária. No entanto, os exemplos que comumente se apresentam como "evolução contemporânea" são sempre casos de perda de informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Spetner o confirma assim:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Neste capítulo, vou mostrar vários exemplos de evolução (isto é, casos de supostos exemplos de evolução), em particular mutações, e mostrar que a informação não é acrescentada... porém em toda leitura que fiz na literatura das ciências da vida, eu jamais encontrei um exemplo de mutação que adicionara informação." [34]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Todas as mutações pontuais que têm sido estudadas no nível molecular reduzem a informação genética e não a acrescenta. Supõe-se que a TND (Teoria Neo-Darwinista) deve explicar como, por meio da evolução, tem-se originado a informação que dá suporte a vida. A diferença biológica fundamental entre um ser humano e uma bactéria reside na informação que contêm. Todas as outras diferenças biológicas se derivam desta. O genoma humano contém muito mais informação do que o genoma bacteriano. A informação não pode incrementar-se a base de mutações que reduzem a informação. Uma empresa não pode ganhar dinheiro perdendo pouco a pouco." [35]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Mutações benéficas ou estratégia de terra arrasada?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Isto não significa que nenhuma mutação seja "benéfica", ou seja, que contribua para a sobrevivência de um organismo. Em determinadas condições, pode-se produzir uma resistência aos antibióticos e aos pesticidas por causa de uma transferência de informação (por meio de um pedaço de DNA chamado "plasmídio"), porém esta informação não é nova do ponto de vista evolutivo sendo que já existe previamente em outro organismo. Nos casos em que essa resistência é causada por uma mutação, jamais aparece nova informação. Outras mutações benéficas são, por exemplo, os besouros sem asas descobertos em pequenas ilhas desertas varridas pelo vento. Os besouros, ao perderem suas asas e, portanto, sua capacidade para voar, evitam ser arrastados pelo vento e lançados ao mar. [36] Obviamente, isto não tem nada a ver com a origem do vôo, que é o que se supõe que a evolução trata de explicar (ver o capítulo 4, "O Vôo"). Outra mutação benéfica se observa em certos animais que habitam cavernas escuras, cujos olhos parecem deteriorados; na mais absoluta escuridão, a seleção natural não atua contra criaturas cegas e estas por sua vez dispõem de olhos que são menos vulneráveis às infecções e aos ferimentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;A resistência contra a malária&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O segundo livro de Michael Behe [21] aborda a questão das mutações benéficas e dos limites dos processos darwinistas. Dado que seu projeto de pesquisa de doutorado tinha relação com a malária, Behe aplica sua experiência ao parasita da malária (&lt;i&gt;Plasmodium Falciparu), as mutações que têm permitido aos seres humanos lutar contra essa enfermidade, e as mudanças que aconteceram no parasita para contrariar os efeitos dos medicamentos produzidos pelo homem. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Um dos mais eficazes medicamentos no combate a malária foi a cloroquina, porque o parasita demorou muito para desenvolver resistência contra ela. Behe mostra que a resistência a cloroquina está provavelmente relacionada com duas mutações específicas que aparecem juntas em um mesmo gene. Isto explica porque demorou tanto para aparecer a resistência a cloroquina, enquanto que a resistência a outros fármacos anti-malária, que só requerem uma mutação, aparece em apenas algumas semanas. Behe calcula a probabilidade de que esta dupla mutação ocorra no mesmo gene, usando os dados que outros cientistas obtiveram sobre este parasita (estatísticas populacionais, etc).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Se foi necessário tanto tempo para que aparecesse uma dupla mutação em um organismo que tem uma enorme população e um ciclo de vida tão curto (quer dizer, dispondo de muitíssimas ocasiões para se produzirem todo tipo de mutações), então quanto tempo levaria para acontecer uma dupla mutação em um organismo como o ser humano, com um período entre gerações tão grande e uma população relativamente reduzida? &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Behe mostra que nunca ocorreria, inclusive se contarmos com os períodos de tempo que a teoria da evolução assume. E isto é só uma dupla mutação em um gene. Então, é impossível dar ao homem uma adaptação que requeira duas ou mais mutações específicas para ser eficiente, e, no entanto, se os seres humanos surgiram através dos processos evolutivos, isto teria que ter ocorrido em numerosas ocasiões. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Behe também explica que os parasitas resistentes a cloroquina são mais fracos que aqueles que não possuem esta resistência. Isto indica que a dupla mutação vai a detrimento da informação, que é usual. Parece que a causa que torna o parasita resistente a cloroquina é a redução de concentração no vacúolo do parasita, que afeta a um mecanismo de absorção. Segundo um estudo:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;"As cepas de parasitas resistentes a cloroquina mostram consistentemente um mecanismo de importação que apresenta uma redução em termos de atividade de transporte e de afinidade a cloroquina." [37]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Este é o mesmo princípio que explica a aparição da resistência aos antibióticos em certas bactérias, onde a resistência se consegue graças a uma mutação que danifica uma bomba de injeção celular causando que a injeção do germe seja menos eficaz que em circunstâncias normais. [38]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Isto nos leva a outro dos pontos importantes de Behe: não estamos ante uma corrida armamentista, mas sim ante uma guerra de trincheiras ou uma estratégia de terra arrasada. Muitas das mudanças consistem em destruir maquinaria para evitar que o inimigo a use. Por exemplo, os defensores destroem suas próprias pontes para evitar que o inimigo as cruze, sabotam suas próprias fábricas se o inimigo está usando-as para produzir armamentos, queimam sua própria colheita para que o inimigo fique sem alimento...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Anemia de células falciformes&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Isto também explica algumas das defesas humanas contra a malária, como a anemia de células falciformes. Neste caso, uma mutação faz com que as moléculas de hemoglobina sejam mais propensas a agruparem-se. Felix Konotey-Ahulu, uma das principais autoridades mundiais no tema das células falciformes, o explica assim:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;"Estas células deformadas podem causar obstruções nos vasos sanguíneos menores, privando de oxigênio tecidos e órgãos. No entanto, os pacientes conseguiram ter êxito com a ajuda do tratamento adequado, chegando a serem médicos, advogados, etc."[39]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Porém aqueles que contam com um único gene para a anemia de células falciformes só têm a metade de suas moléculas de hemoglobina defeituosas, e por isso não se aglutinam entre si, e em conseqüência não sofrem efeitos prejudiciais. Embora este defeito, na realidade, supõe uma vantagem.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;O parasita da malária se alimenta da hemoglobina, que está muito concentrada em nossos glóbulos vermelhos. Behe diz que a mutação da hemoglobina falciforme favorece a acumulação de moléculas de hemoglobina quando o parasita entra na célula. Esta aglutinação distorce sua forma, pelo que o baço detecta as células danificadas e as destrói, e junto com elas destrói também ao parasita. Assim os portadores de um só gene não sofrerão nenhum efeito negativo da anemia, e ao mesmo tempo estarão protegidos contra a malária. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;No entanto, Konotey-Ahulu adverte: "Demonstrar a seleção natural não equivale a demonstrar que a "evolução construtiva" é um fato, embora para muitos estudantes se ensine isto como uma "prova" da evolução." E continua afirmando que "o gene das células falciformes segue sendo defeituoso, não representa nenhum aumento da complexidade ou nenhuma melhora na função que está sendo selecionada." E mostra a infeliz conseqüência que "quanto mais portadores de genes de células falciformes haja mais pessoas sofreram desta terrível enfermidade." [39]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;A hemoglobina das células falciformes é um exemplo de estratégia de terra arrasada: sacrifica-se a um transportador de oxigênio útil para conseguir a destruição do invasor. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;É mais fácil destruir que construir&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Behe oferece uma série de exemplos que mostram como a destruição de algo ajuda ao organismo em sua luta contra outro organismo. No entanto, isto não é uma maravilha do darwinismo. É muito mais fácil destruir algo que construí-lo, e há muitas formas de destruir algo, enquanto que há muitas poucas formas de construí-lo. Algo tão simples como a areia pode degradar as engrenagens até parar a maquinaria, e uma porção de chiclete pode bloquear o movimento de uma peça. O mel introduzido em um depósito de combustível pode fazer com que um automóvel pare. Alguns mecanismos defensivos operam assim: uma molécula pegajosa impede que uma máquina molecular funcione normalmente. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;Âmbito deste livro&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;A maioria dos capítulos trata de exemplos práticos de design, e mostram as dificuldades práticas com as quais as explicações evolucionistas propostas enfrentam, se é que foi proposta alguma, para estes sistemas. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;O capítulo 12 se refere à origem da vida, e novamente trata principalmente dos problemas químicos práticos. Os argumentos teóricos matemáticos de Dembski , et. al. estão fora do âmbito deste livro. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;Referências e notas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Tomado de Craig, William Lane, Apologetics: An Introduction, &lt;b&gt;3&lt;/b&gt;.123, Moody Press, Chicago, 1984.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Platão, Laws, &lt;b&gt;12&lt;/b&gt;.966e.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Aristóteles, Metaphysics &lt;/i&gt;&lt;b&gt;Λ.1.982610-15&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;.&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Principia &lt;b&gt;III; &lt;/b&gt;citado em Newton's Philosophy of Nature: Selection from his writings, p. 42, ed. H.S. Thayer, Hafner Library of Classics, NY, 1953. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4f81bd; font-size: 14pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;A Short Scheme of the True Religion, manuscrito citado em Memoirs of the Life, Writings and Discoveries of Sir Isaac Newton, por &lt;/i&gt;Sir David Brewster, Edimburgo, 1850; citado em &lt;i&gt;Newton's Philosophy of Nature, p. 65, ref. 2.&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Proctor, R.M., &lt;i&gt;Value-Free Science? Purity and Power in Modern Science&lt;/i&gt;, Harvard University Press, Cambridge, MA, p. 47, 1991.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Sober, E., &lt;i&gt;Philosophy of Biology&lt;/i&gt;, Westview, Boulder, CO, p. 29, 1993. Quoted in: Dembski, W., &lt;i&gt;Intelligent Design&lt;/i&gt;, IVP, Downers Grove, IL, p. 71, 1999.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Ferré, F., Introduction to &lt;i&gt;Natural Theology: Selections&lt;/i&gt;, por William Paley, pp. xi–xxii, Bobs–Merrill, Indianapolis, 1963.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Darwin, C.R., &lt;i&gt;Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life,&lt;/i&gt; John Murray, London, 1859.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Wallace, A.R., &lt;i&gt;On the Tendency of Varieties to Depart Indefinitely From the Original Type&lt;/i&gt;, Ternate (eastern Indonesia), 1858; &amp;lt;www.zoo.uib.no/classics/varieties.html&amp;gt;.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Grigg, R., &lt;a href="http://creation.com/alfred-russel-wallace-co-inventor-of-darwinism"&gt;Alfred Russel Wallace – 'Co-Inventor' of Darwinism&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;Creation  &lt;/i&gt;&lt;b&gt;27&lt;/b&gt;(4):33–35, 2005. &lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Grigg, R., &lt;a href="http://creation.com/charles-darwins-illegitimate-brainchild"&gt;Darwin's illegitimate brainchild: If you thought Darwin's Origin was original, think again!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;      &lt;i&gt;Creation&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;26&lt;/b&gt;(2):39–41, 2004. &lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dawkins, R., &lt;i&gt;The Blind Watchmaker: Why the Evidence of Evolution Reveals a Universe without Design, &lt;/i&gt;p. 6, W W Norton &amp;amp; Company, New York, 1986.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Veja Woodward, T.,&lt;i&gt; Doubts About Darwin: A History of Intelligent Design, &lt;/i&gt;Baker Books, Grand Rapids, MI, 2003; e um resumo: Blievernicht, E., &lt;a href="http://creation.com/images/pdfs/tj/j18_3/j18_3_46-47.pdf"&gt;The rhetoric of design&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;J. Creation&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;18&lt;/b&gt;(3):46–47, 2004.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Uma seqüência em que ele responde às críticas; Woodward, T., &lt;i&gt;Darwin Strikes Back: Defending the Science of Intelligent Design&lt;/i&gt;, Baker Books, Grand Rapids, MI, 2006; veja resumo: Weinberger, L., &lt;a href="http://creation.com/intelligent-debate-review-of-darwin-strikes-back-by-thomas-woodward"&gt;Intelligent debate&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;J. Creation&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;21&lt;/b&gt;(2):48–51, 2007. &lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dewar, D., &lt;i&gt;The Transformist Illusion&lt;/i&gt;, Sophia Perennis et Universalis, Ghent, NY, 1957.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Um dos mais famosos foi um debate criação/evolução televisionado com o bioquímico Russell Doolitle realizado ante umas 5.000 pessoas na Liberty University em 13 de outubro de 1981. O evolucionista Roger Lewin escrevendo na revista pró-evolucionista &lt;i&gt;Science &lt;/i&gt;descreve o debate como uma "derrota" em favor de Gish (&lt;i&gt;Science&lt;/i&gt;,&lt;b&gt; 214&lt;/b&gt;:638, 1981). No dia seguinte, o periódico pró-evolucionista &lt;i&gt;The Washington Post informava do debate com este título "A Ciência perde um ponto ante o Criacionismo". O subtítulo citava um comentário angustiado de Doolitle: "Como é que eu vou contar isso para minha esposa?", mostrando que o mesmo Doolitle sabia que havia sido derrotado. &lt;/i&gt;&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Veja &lt;/i&gt;Truman, R., &lt;a href="http://creation.com/divining-design"&gt;Divining design: A review of The Design Inference: Eliminating chance through small probabilities&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;J. Creation&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;13&lt;/b&gt;(2):34–39, 1999.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Spetner, L.M., &lt;i&gt;Not by chance! Shattering the modern theory of evolution&lt;/i&gt;, The Judaica Press, Brooklyn, NY, 1996/7; veja &lt;a href="http://creation.com/not-by-chance"&gt;resumo&lt;/a&gt; de Wieland, C., &lt;i&gt;Creation&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;20&lt;/b&gt;(1):50–51, 1997; &amp;lt;creationon.com/spetner&amp;gt;.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Behe, M. J., &lt;i&gt;Darwin's Black Box: The Biochemical Challenge to Evolution&lt;/i&gt;, The Free Press, New York, 1996; veja entrevista de Wieland, C., &lt;a href="http://creation.com/the-mousetrap-man-mike-behe-interview"&gt;The mousetrap man&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;Creation&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;20&lt;/b&gt;(3):17, 1998; &amp;lt;creation.com/behe&amp;gt;.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Behe, M., &lt;i&gt;The Edge of Evolution: The search for the limits of Darwinism&lt;/i&gt;, Free Press, NY, 2007.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Isso lhe valeu severas críticas dos guardiões da evolução, por exemplo, Richard Dawkins, Inferior Design, &lt;i&gt;New York Times&lt;/i&gt;, 1 July 2007. Para ver uma refutação: Sarfati, J., &lt;a href="http://creation.com/misotheists-misology-richard-dawkins-attacks-michael-behe"&gt;Misotheist's misology: Dawkins attacks Behe but digs himself into logical potholes&lt;/a&gt;, &amp;lt;creation.com/dawkbehe&amp;gt;, 13 July 2007.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Behe, Ref. 21, p. 104.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Behe, Ref. 21, p. 121–122.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dawkins, Ref. 13.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Exemplo de uma seqüência aleatória de Dawkins, Ref. 13, p. 47.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Gitt, W., &lt;a href="http://creation.com/god-and-the-extraterrestrials"&gt;God and the extraterrestrials&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;Creation &lt;/i&gt;&lt;b&gt;19&lt;/b&gt;(4):46–48, 1997. &lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;New York Times&lt;/i&gt;, 23 de julho de 1985, p. B1.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Para mais detalhes sobre este incidente, veja o artigo de Dembski na internet em: &lt;/i&gt;&amp;lt;www.arn.org/docs/dembski/WD_explfilter.htm&amp;gt;.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Orgel, L., &lt;i&gt;The Origins of Life&lt;/i&gt;, John Wiley, NY, 1973, p. 189.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A informação pode ser definida matematicamente de maneira que a distinga da aleatoriedade, a ordem e a Complexidade Especificada. Quanto a transmissão de sinal, o receptor pode existir em um grande número de estados possíveis (Ω0), depois que uma mensagem foi recebida, o número de estados possíveis se reduz a Ω&lt;sub&gt;1 &lt;/sub&gt;. O conteúdo informacional da mensagem I1 = ln k (Ω&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;/Ω&lt;sub&gt;1&lt;/sub&gt;), onde k = constante de Boltzmann. De MW Zemansky, Heat and &lt;i&gt;Thermodynamics&lt;/i&gt;, McGraw-Hill, 4&lt;sup&gt;th&lt;/sup&gt; ed. 1975, p. 190.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Note que a definição é coerente: com uma seqüência repetitiva, existe uma limitação das possibilidades, pelo que Ω&lt;sub&gt;0 &lt;/sub&gt;é baixo, e a informação é baixa. As seqüências aleatórias também contêm pouca informação, porque há muitas seqüências possíveis ao acaso (para Ω&lt;sub&gt;1 &lt;/sub&gt;é quase tão grande quanto&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;Ω&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;).&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dawkins, Ref. , p. 115.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Gitt, W., &lt;a href="http://creation.com/dazzling-design-in-miniature-dna-information-storage-creation-magazine"&gt;Dazzling design in miniature&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;Creation &lt;/i&gt;&lt;b&gt;20&lt;/b&gt;(1):6, 1997. &lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Pode ser que tem um único exemplo até a data de obtenção de informação mediante mutação (em um contexto em que a teoria requer centenas de mutações para ser credível), porém inclusive neste caso deve entender-se com cautela. Veja creation.com/nylon&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Spetner, Ref. 19,&lt;i&gt; pp&lt;/i&gt;. 131–2, 138, 143.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Wieland, C., &lt;a href="http://creation.com/beetle-bloopers"&gt;Beetle Bloopers: Even a defect can be an advantage sometimes&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;Creation &lt;/i&gt;&lt;b&gt;19&lt;/b&gt;(3):30, 1997; &amp;lt;creation.com/beetle&amp;gt;.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Sánchez, C.P., Wünsch, S. and Lanzer, M., Identification of a Chloroquine Importer in &lt;i&gt;Plasmodium falciparum&lt;/i&gt;: Differences in import kinetics are genetically linked with the chloroquine-resistant phenotype, &lt;i&gt;J. Biol. Chem. &lt;/i&gt;&lt;b&gt;272&lt;/b&gt;(5):2652–2658, 1997.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Ver Sarfati, J., &lt;a href="http://creation.com/anthrax-and-antibiotics-is-evolution-relevant"&gt;Anthrax and antibiotics: Is evolution relevant?&lt;/a&gt; 2001–2005, &amp;lt;creation.com/anthrax&amp;gt;.&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;a href="http://creation.com/exposing-evolutions-icon"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Exposing Evolution's Icon: World leader on sickle-cell anemia: 'Nothing to do with evolution!' Jonathan Sarfati interviews Felix Konotey-Ahulu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;, &lt;i&gt;Creation&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;29&lt;/b&gt;(1):16–19, 2006. &lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-1106653875115330214?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/1106653875115330214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=1106653875115330214' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1106653875115330214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1106653875115330214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2011/05/projetado.html' title='Projetado'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-1603562092986132239</id><published>2011-02-15T10:35:00.004-03:00</published><updated>2011-02-15T11:54:09.739-03:00</updated><title type='text'>A Viagem que Abalou o Mundo</title><content type='html'>Para saber um pouco mais sobre a vida de Charles Darwin recomendo o documentário “The Voyage that Shook the World” (A viagem que abalou o mundo) o qual disponibilizo abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 1&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/A1iPeHouyPs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/bVl9z3vFSco" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/7SYVMyZaTtM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 4&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/x3JPW2RmT2w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 5&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/fdN3_q2Euxk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 6&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/3_rIPwztJT4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-1603562092986132239?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/1603562092986132239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=1603562092986132239' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1603562092986132239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1603562092986132239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2011/02/viagem-que-abalou-o-mundo.html' title='A Viagem que Abalou o Mundo'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/A1iPeHouyPs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-4994609810548780192</id><published>2010-08-09T17:43:00.001-03:00</published><updated>2010-08-09T17:45:13.377-03:00</updated><title type='text'>Deus existe?</title><content type='html'>Mais um excelente vídeo. Assistam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="500" height="405"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VqgcrJs5cPE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VqgcrJs5cPE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-4994609810548780192?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/4994609810548780192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=4994609810548780192' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/4994609810548780192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/4994609810548780192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2010/08/deus-existe.html' title='Deus existe?'/><author><name>Cristão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-1626996279568812325</id><published>2010-05-26T14:44:00.001-03:00</published><updated>2010-05-26T14:48:07.911-03:00</updated><title type='text'>A complexidade do Universo.</title><content type='html'>Assistam esse vídeo, belíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fNZ-uKtgNLg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fNZ-uKtgNLg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-1626996279568812325?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/1626996279568812325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=1626996279568812325' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1626996279568812325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1626996279568812325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2010/05/complexidade-do-universo.html' title='A complexidade do Universo.'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-1895687278963614655</id><published>2010-03-03T18:17:00.003-03:00</published><updated>2010-03-03T18:54:10.036-03:00</updated><title type='text'>Debates interessantes.</title><content type='html'>Estou postando três vídeos interessantes de trechos de debates do Dr. William Lane Craig com ateus famosos. William L. Craig é doutor em Teologia pela Universidade de Munique e em Filosofia pela Universidade de Birmingham. Craig é um dos  maiores apologista Cristãos de nossos tempos. Hábil debatedor, ele já enfrentou grandes pensadores céticos como Antony Flew, Bart Ehrman, John D. Crossan nos campi de Universidades como Harvard, Oxford e Princeton debatendo tópicos como a existência de Deus e a historicidade da ressurreição de Cristo. Assistam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aJz63BESzrk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/aJz63BESzrk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0R5GpV5nSRQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0R5GpV5nSRQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0_TLzIR2ptM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0_TLzIR2ptM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-1895687278963614655?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/1895687278963614655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=1895687278963614655' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1895687278963614655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1895687278963614655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2010/03/debates-interessantes.html' title='Debates interessantes.'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-2427233706708435941</id><published>2009-12-29T09:29:00.003-03:00</published><updated>2009-12-29T09:44:37.055-03:00</updated><title type='text'>Mesa Redonda - Um debate entre criação e evolução.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O vídeo é do II Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, realizado pela Universidade Mackenzie no mês de abril de 2009.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Moderador:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Dr. Augusto Nicodemus Gomes Lopes&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Debatedores:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Dr. Aldo Mellender de Araújo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Dr. Gustavo Caponi&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Dr. John Lennox &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Dr. Marcos Nogueira Eberlin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed height="240" type="application/x-shockwave-flash" width="320" src="http://200.19.92.31/darwin/FLV/player-viral.swf" flashvars="file=http%3A%2F%2F200.19.92.31%2Fdarwin%2FFLV%2FMesa_Redonda.flv&amp;amp;plugins=viral-1d" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-2427233706708435941?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/2427233706708435941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=2427233706708435941' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/2427233706708435941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/2427233706708435941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/12/mesa-redonda-um-debate-entre-criacao-e.html' title='Mesa Redonda - Um debate entre criação e evolução.'/><author><name>Cristão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-8080328999933713636</id><published>2009-11-30T15:11:00.005-03:00</published><updated>2009-11-30T15:53:20.755-03:00</updated><title type='text'>Discutindo o Evolucionismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fui entrevistado no Programa Consciência Cristã em Foco exibido dia 28/11/2009 pela TV Borborema (SBT local). Estamos disponibilizando a entrevista completa, espero que gostem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); background-color: rgb(247, 247, 247);font-size:12pt;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ObOfwjpZdXA&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ObOfwjpZdXA&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8Bmt_8VVpOA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8Bmt_8VVpOA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_SCUL5_IWwg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_SCUL5_IWwg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-8080328999933713636?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/8080328999933713636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=8080328999933713636' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/8080328999933713636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/8080328999933713636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/11/discutindo-o-evolucionismo.html' title='Discutindo o Evolucionismo'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-3761824961730296512</id><published>2009-10-31T23:01:00.000-03:00</published><updated>2009-10-31T23:03:02.293-03:00</updated><title type='text'>Cientista da UNICAMP desafia Teoria da Evolução</title><content type='html'>Um dos maiores cientistas brasileiros o professor Marcos N. Eberlin lança seu livro on-line desafiando a teoria da evolução, um site moderno e cheio de animações comprovando  a teoria do Design Inteligente. Acessem já:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;www.fomosplanejados.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-3761824961730296512?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/3761824961730296512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=3761824961730296512' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/3761824961730296512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/3761824961730296512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/10/cientista-da-unicamp-desafia-teoria-da.html' title='Cientista da UNICAMP desafia Teoria da Evolução'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-6376276983679328601</id><published>2009-10-02T16:22:00.002-03:00</published><updated>2009-10-02T16:25:12.034-03:00</updated><title type='text'>Parabéns Brasil!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Parabéns Povo BRASILEIRO!!!!!!!&lt;/div&gt;&lt;a href="http://rolablog.zip.net/images/logo_rio_2016.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 470px; DISPLAY: block; HEIGHT: 321px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://rolablog.zip.net/images/logo_rio_2016.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-6376276983679328601?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/6376276983679328601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=6376276983679328601' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/6376276983679328601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/6376276983679328601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/10/parabens-brasil.html' title='Parabéns Brasil!'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-1239060878440145058</id><published>2009-09-29T12:35:00.003-03:00</published><updated>2009-09-30T12:54:22.918-03:00</updated><title type='text'>Palestra: “Design Inteligente”</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Palestra ministrada pelo Dr. Marcos Nogueira Eberlin:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Graduação (1982), mestrado (1984) e doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular MS-6 da Universidade Estadual de Campinas, na qual coordena o Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas (http://thomson.iqm.unicamp.br). É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É presidente (2009) da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas (IMSF) e vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS). Orientou vários mestres, doutores e pós-doutores e seu grupo de pesquisa conta hoje com cerca de 35 pesquisadores. Já publicou cerca de 350 artigos científicos (2009) com mais de 4000 citações em áreas diversas da Química e Bioquímica, e Ciências dos Alimentos, Farmaceutica e dos Materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vídeo do II Simpósio Internacional Darwinismo Hoje - Mackenzie.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src='http://200.19.92.31/darwin/FLV/player-viral.swf' height='240' width='320' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' flashvars='file=http%3A%2F%2F200.19.92.31%2Fdarwin%2FFLV%2FDr_Marcos_Eberlin_I.flv&amp;volume=94&amp;plugins=viral-1d'/&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-1239060878440145058?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/1239060878440145058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=1239060878440145058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1239060878440145058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1239060878440145058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/09/palestra-design-inteligente.html' title='Palestra: “Design Inteligente”'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-5472674700991625669</id><published>2009-09-25T15:37:00.003-03:00</published><updated>2009-09-25T18:21:45.520-03:00</updated><title type='text'>Expelled No Intelligence Allowed</title><content type='html'>O documentário que põe em cheque a Teoria da Evolução. Saiba o que levou tantos evolucionistas a mudar de opinião sobre a Teoria da Evolução e como os atuais cientistas da evolução têm perseguido qualquer um que se levante contra a sua teoria.&lt;br /&gt;A inquisição científica já superou a inquisição religiosa, Expelled desmascara a verdadeira motivação da “ciência” evolucionista, assista e tire suas conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="500" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XUeIgeHdqFA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/XUeIgeHdqFA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="315"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="500" height="315"&gt;&lt;param name="movie" 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href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/09/professor-ateu-e-alunos-criacionistas.html' title='Professor Ateu e Alunos Criacionistas'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-1047534185118676816</id><published>2009-09-03T20:22:00.001-03:00</published><updated>2009-09-03T20:22:45.684-03:00</updated><title type='text'>Museu Criacionista</title><content type='html'>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/Gzy71XpyLcw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param 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type='html'>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/ZEdPpv8fFgk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/ZEdPpv8fFgk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/-X-Pi97Gz4M&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" 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Seu João era conhecido por seu jeito debochado de conversar e enquanto trabalhava contava para os presentes mais uma de suas histórias. Nesse meio tempo, o mesmo percebera a necessidade de tirar um fusca do meu cunhado que estava estacionado fazia muitos dias no jardim do meu sogro e como o carro estava sem funcionar, fomos eu, seu João e meus três cunhados empurrar o carro dali e para nossa surpresa, vimos como a grama que tinha ficado todos aqueles dias embaixo do carro já estava totalmente morta, amarela e seca por não receber luz. Ao me deparar com aquela situação percebi que Deus tinha me dado uma das maiores lições de minha vida, e quase que imediatamente me veio à mente o versículo “Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (João 8:12). Naquele momento não pude deixar de fazer uma analogia da nossa vida com aquela grama seca, naqueles dias em que nos encontrávamos longe de Cristo, sem a “Luz do mundo”, em nada éramos diferentes daquela grama, seca, morta e sem esperança alguma, ocultos em densas trevas e longe da verdade da luz que transforma as nossas vidas. Nem sequer sabíamos que tão perto de nós existia uma grama tão verde e diferente daquilo que éramos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E assim com muita dificuldade tiramos aquele fusca do lugar, subindo o aclive do jardim. Desse modo vejo o pesado fardo que Cristo teve que carregar para que sua luz chegasse até nós, dando esperança àquela grama seca que insistia em não atender o chamado para andar na luz do Senhor (Isaías 2:5), pois assim como a grama estava imersa na sombra daquele carro, bloqueando a luz que lhe daria vida, assim éramos nós, imersos na região da sombra da morte até o dia que A Luz resplandeceu em nossas vidas (Isaías 9:2). Sim, nosso passado de trevas nos condenava a uma cegueira incomparável, mas A Luz queria brilhar, ela poderia nos tirar daquela situação (Isaías 42:16), ela poderia ser o farol que nos nortearia em meio à tormenta, um único raio daquela preciosa Luz mudaria as nossas vidas, tornaria a dar vida àquela grama seca, curando-a, nutrindo-a e trazendo à sua cor verde de volta (Isaías 58:08), para que ela refletisse a glória da Luz que a restaurou, que mudou o seu estado de insignificância (Isaías 60:01) para um novo estado de glória e esperança.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passaram alguns dias, alguns chuvosos, e a grama seca a cada dia renascia verde, pois saíra completamente da obscuridade que vivia e passou para um estado infinitamente melhor, assim fomos nós “o povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz; e aos que estavam assentados na região e sombra da morte a luz raiou.” (Mateus 4:16), e Cristo a luz do mundo transformou as nossas vidas para sempre, e passamos não só a receber de sua luz e nos alimentarmos dela, mas como fontes secundárias, passamos a ser também luz para os homens (Mateus 5:16).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim como a grama não tem vida sem a luz do Sol, vimos que “Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;” (João 1:4), Jesus é a melhor escolha. E qual grama em sã consciência escolheria as trevas? Infelizmente, ainda existem muitos jardins secos, seu aspecto é de morte e ali parece não haver esperança. Como está você agora? É a grama seca e lânguida ou a verde cheia de vida? Convido-te hoje a estar naquela Luz, que mudou a minha vida de grama seca e mudou minha história pra sempre, pois sei que o nosso futuro é glorioso e estaremos sob a luz maior que qualquer Sol “E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia, e reinarão para todo o sempre.” (Apocalipse 22:5).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-8367252676277174459?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/8367252676277174459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=8367252676277174459' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/8367252676277174459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/8367252676277174459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/07/grama-seca.html' title='Grama seca'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-1761399436832853843</id><published>2009-03-14T13:01:00.004-03:00</published><updated>2009-04-18T07:23:30.912-03:00</updated><title type='text'>Obrigado Consciência Cristã</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Gostaria de deixar o meu agradecimento a todas as pessoas que comparece&lt;a href="http://www.conscienciacrista.org.br/novoalbum/images/xi_encontro/ter_a__24_02_2009_-_encerramento/festa00102.jpg"&gt;&lt;/a&gt;ram as minhas palestras na Consciência Cristã, agradecer também a todos quanto colaboraram para a realização desse evento que é único no país, e um dos maiores eventos evangélicos do mundo.&lt;br /&gt;Já conhecia a Consciência Cristã como espectador e pela primeira vez tive oportunidade de ser preletor, o que me deixou ainda mais admirado com a fantástica organização e o esmero das pessoas que fazem o evento. Durante as palestras tive a oportunidade de responder aos questionamentos advindos da platéia, formada por pessoas de todos os níveis, o que engrandece ainda mais a Consciência Cristã, um evento aberto ao público em geral; lá encontramos crentes das mais diversas denominações, curiosos, ateus e é claro, muitos evolucionistas ávidos a nos questionar.&lt;br /&gt;Quero agradecer também ao meu amigo, irmão e parceiro de Palestra, Robson Tava&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SbvXqa7ThDI/AAAAAAAAADE/e2Njz4cDqmE/s1600-h/CIMG8899.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 207px; FLOAT: right; HEIGHT: 137px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313077309196174386" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SbvXqa7ThDI/AAAAAAAAADE/e2Njz4cDqmE/s200/CIMG8899.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;res que tão bravamente “comprou uma briga” com alguns evolucionistas mais exaltados, que por falta de argumentos queriam até tomar o seu microfone, parabéns Robson pela coragem e que Deus continue te abençoando.&lt;br /&gt;Nosso agradecimento ao Pr. Euder Faber que nos convidou para participar de tão grandioso evento, dentro do 1º Fórum Regional para Fé e Ciência, parabéns a você e toda a sua equipe, sempre atenciosa e prestativa, exemplos de cristãos.&lt;br /&gt;Não poderia deixar também de agradecer a minha família, que me apoiou em tudo e formaram um verdadeiro &lt;a href="http://www.conscienciacrista.org.br/fotos/robso.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; FLOAT: right; HEIGHT: 171px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.conscienciacrista.org.br/fotos/robso.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;batalhão de pesquisa, nos auxiliando na preparação das palestras. Agradecer a tia Lourdes que nos hospedou em sua casa, a Sandro que montou uma rede com cinco computadores para que todos pudessem pesquisar, a meu irmão Maximiano que foi um importante conselheiro e cinegrafista registrando minhas palestras, a minha esposa Erika que estava comigo todas as horas me dando todo suporte e atenção que precisava, ao meu sogro João Maia que me deu o apoio logístico, a todos os familiares que estiveram conosco e a Deus o autor da vida que nos concedeu a graça de trabalhar em prol de sua grande obra.&lt;br /&gt;Parabéns VINACC, parabéns Campina Grande, parabéns povo da Paraíba, a Consciência Cristã é uma benção! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-1761399436832853843?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/1761399436832853843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=1761399436832853843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1761399436832853843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/1761399436832853843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/03/obrigado-consciencia-crista.html' title='Obrigado Consciência Cristã'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SbvXqa7ThDI/AAAAAAAAADE/e2Njz4cDqmE/s72-c/CIMG8899.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-646302260727401091</id><published>2009-02-25T09:31:00.003-03:00</published><updated>2009-04-18T07:25:58.844-03:00</updated><title type='text'>Onde Darwin Errou!</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:100%;" &gt;Recebi ontem um e-mail do irmão e amigo &lt;span style="color:black;"&gt;Randal Milton Pollard [1] nos falando sobre um novo documentário que ele estava disponibilizando gratuitamente pela internet, no referido e-mail pedia para que divulgássemos o material. &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:100%;color:black;"  &gt;O documentário nos mostra a geologia do Vale do Rio Santa Cruz na Patagônia, Argentina. O Dr. Steve Austin, geólogo, visita a região e avalia a análise feito por Charles Darwin que também visitou o vale, e lá revela, como o pai da Teoria da Evolução errou em suas interpretações geológicas e como a geografia do mesmo rio é forte evidência de um dilúvio global.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:100%;color:black;"  &gt;Assistam o vídeo logo abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/crcC5QTr3Dc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/crcC5QTr3Dc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr style="HEIGHT: 3px;font-size:78;" align="left"  width="33%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="ftn1"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;[1] Autor do Livro “No princípio criou Deus os Céus e a Terra” e do documentário “A falta de um mecanismo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-646302260727401091?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/646302260727401091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=646302260727401091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/646302260727401091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/646302260727401091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/02/onde-darwin-errou.html' title='Onde Darwin Errou!'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-7467120567415672785</id><published>2009-02-01T20:06:00.002-03:00</published><updated>2009-02-01T20:27:56.516-03:00</updated><title type='text'>II Simpósio sobre Darwinismo no Mackenzie</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;(Fonte: &lt;a href="http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_apresentacao.html"&gt;http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_apresentacao.html&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Apresentação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A realização da segunda edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” se justifica, não somente por causa do 150º. aniversário da publicação do livro de Darwin “A Origem das Espécies” em 2009, como também por causa do sucesso do I Simpósio.&lt;br /&gt;Realizado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie com o objetivo de promover um amplo debate sobre as interpretações do Darwinismo, do Design Inteligente e do criacionismo, o I Simpósio atraiu a atenção da mídia, dos estudiosos do assunto e de todos os interessados em questões como a origem da vida e o seu funcionamento. Não podíamos parar por ali.&lt;br /&gt;O II Simpósio trata basicamente dos mesmos temas, mas avança um pouco, ao ampliar o número de palestrantes e debatedores representantes do Darwinismo, do Design inteligente e do criacionismo. Dessa forma, o Mackenzie procura manter o espírito da Academia como o local adequado para o debate, para o contraditório.&lt;br /&gt;Não se pode mais, diante do avanço científico e das recentes descobertas da bioquímica, insistir-se numa única teoria como a explicação exclusiva da realidade. É necessário que todas as vozes sejam ouvidas nessas questões fundamentais, que tocam praticamente em todas as áreas do conhecimento e nos mais diversos setores da nossa vida.&lt;br /&gt;Sejam todos bem vindos ao II Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje”.&lt;br /&gt;O evento realizar-se-á nos dias 13 a 16 de abril de 2009, nos campi São Paulo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.&lt;br /&gt;As inscrições para participação estarão abertas a partir de 20/01/2009 até a data do Evento. Os participantes receberão certificados de participação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Sobre os Palestrantes&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dr. Paul Nelson – Paul Nelson é filósofo da Biologia, especializado em bio&lt;a href="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/paul.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/paul.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;logia do desenvolvimento. Tem um PhD em Filosofia pela Universidade de Chicago. Sua tese, publicada sob a forma de livro pela Universidade de Chicago, oferece uma crítica a aspectos da teoria da macroevolução à luz dos desenvolvimentos mais recentes na embriologia e da biologia do desenvolvimento. É da International Society for Complexity, Information and Design (Sociedade Internacional para a Complexidade, Informação e Design) e do Centro de Ciências e Cultura do Discovery Institute. Autor de vários artigos científicos em revistas especializadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a id="c45489"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Prof. Ms. Aldo Mellender de Araújo – (IB-UFRS, evolucionista). Possui graduação em Hi&lt;a href="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/aldo_01.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/aldo_01.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;stória Natural (1967) e doutorado em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1973). Realizou estágios na University of Liverpool (1975) e na Cornell University (1976), sobre história da genética e evolução. Atualmente é professor titular do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IB - UFRS), atuando na área de história e epistemologia das idéias sobre evolução biológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a id="c45490"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/john.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/john.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dr. John Lennox – Doutor em Matemática Pura (1970) e licenciado em Bioética, sendo natural da Irlanda. Professor e pesquisador em Matemática e Filosofia da Ciência. Autor de vários livros sobre as relações da ciência com a religião e ética e publicou mais de setenta artigos sobre matemática. Professor da Universidade de Oxford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Gustavo Caponi – Formado em Filosofia na Universidad Nacional de Rosario (Argent&lt;a href="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/gustavo_01.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/gustavo_01.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ina) em 1984, recebeu o grau de Doutor em Lógica e Filosofia da Ciência na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 1992. Desde 1993 é Professor na Universidade Federal de Santa Catarina. Suas áreas de pesquisa são a Filosofia e a Historia da Biologia; tendo desenvolvido pesquisas, neste último caso, sobre os trabalhos de Buffon, Lamarck, Cuvier, Darwin e Claude Bernard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a id="c45492"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin – (Design Inteligente). Graduação (1982), Mestrado (1984) e Doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas. É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS) e Internacional (IMSS) de Espectromet&lt;a href="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/marcos.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/marcos.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ria de Massas. Estuda a arquitetura química dos seres vivos, o que, objetivamente, significa buscar explicações científicas para a origem da vida. Já publicou mais de 350 artigos científicos com mais de 4 mil citações. Coordena uma equipe de diversos pesquisadores do Laboratório ThoMSon no Instituto de Química da UNICAMP e é hoje um dos cientistas brasileiros de maior destaque e produtividade (Prêmio Scopus-Capes 2008). A sua grande motivação para fazer ciência é ver nela uma oportunidade única de acesso, ao nível molecular, à mente do Criador; aos conceitos supremos de lógica e inteligência química que Ele utilizou para criar a Vida e o Universo.&lt;br /&gt;&lt;a id="c45493"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Prof. Maurício Tuffani – Jornalista especializado em ciência e meio ambiente, é editor do blog "Laudas Críticas" e assessor-chefe da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Reitoria da Unesp Universidade Estadual Paulista). Foi editor-executivo dos sites "PNUD Brasil" (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e "Nações Unidas no Brasil", editor-chefe e redat&lt;a href="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/mauricio.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/mauricio.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;or-chefe da revista "Galileu", editor de ciência e repórter da "Folha de S. Paulo". Foi professor convidado do Labjor (Laboratório de Estudos Avançados de Jornalismo Científico da Unicamp), atuou em diversos veículos de comunicação, editou revistas científicas da área médica. Trabalhou no Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, na Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembléia Nacional Constituinte e na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados. Sua carreira jornalística teve início em 1978, como revisor do "Jornal da Tarde" e de "O Estado de S. Paulo". Estudou Matemática e Filosofia na Universidade de São Paulo e foi professor de Matemática e Física no ensino médio.&lt;br /&gt;&lt;a id="c45494"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Adauto J. B. Lourenço – (Criacionista), B. Sc., MSc., é formado em Física pela Bob Jones University, USA. Mestrado em Física Nuclear pela Clemson University, USA. Pesq&lt;a href="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/adauto.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://www.mackenzie.br/uploads/pics/adauto.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;uisador responsável em Sistemas de Imagem de Estruturas Atômicas (Oak Ridge National Laboratory), é membro da American Physics Society, EUA e pesquisador em Trocas de Energia em Nível Atômico (Max Planck Institut für Stromunsgsforchung, Alemanha). É também formado em teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Programação do Evento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_programacao.html"&gt;http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_programacao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam algumas das palestras:&lt;br /&gt;- Dr. John Lennox (Design Inteligente): “A Origem da Vida e os Novos Ateus”.&lt;br /&gt;- Dr. Aldo Mellender (evolucionismo): “Darwin Ontem e Hoje – 150 anos de Origem das espécies”.&lt;br /&gt;- Dr. Paul Nelson (Design Inteligente): “A Árvore da Vida de Darwin”.&lt;br /&gt;- Dr. Gustavo Caponi (Evolucionismo): “A Origem das Espécies – O livro”.&lt;br /&gt;- Dr. Marcos Eberlin (Design Inteligente): “Fomos Planejados – A maior descoberta de todos os tempos”.&lt;br /&gt;- Jornalista Maurício Tuffani – “Tendências da Mídia quanto ao ensino de Design Inteligente nas Escolas e Universidades Públicas e Privadas”.&lt;br /&gt;- Ms. Adauto J. B. Lourenço – “Criacionismo”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_inscricoes.html"&gt;http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_inscricoes.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-7467120567415672785?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/7467120567415672785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=7467120567415672785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/7467120567415672785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/7467120567415672785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/02/ii-simposio-sobre-darwinismo-no.html' title='II Simpósio sobre Darwinismo no Mackenzie'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-794823486075894692</id><published>2009-01-17T06:59:00.002-03:00</published><updated>2009-01-17T07:24:38.006-03:00</updated><title type='text'>O Teorema do Macaco</title><content type='html'>(Por: Ronaldo Xavier Pimentel Jr)&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala de probabilidade, alguns evolucionistas têm tentado d&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eAaSfIuQMKg/RnfECuJa3vI/AAAAAAAAADA/laevtPUa4_k/s1600/Macacos.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eAaSfIuQMKg/RnfECuJa3vI/AAAAAAAAADA/laevtPUa4_k/s1600/Macacos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;emonstrar que tudo é possível com os milhões de anos, ou seja, que a complexidade de um DNA, esse super código com milhões de letras, colocado devidamente na ordem, pode ser produto de tentativa e erro, e para demonstrar tal possibilidade citam o chamado teorema do macaco&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;, idealizado pelo matemático francês Émile Borel, fazendo uma analogia com a possibilidade de a vida ter surgido por acaso. Imagine uma multidão de macacos que batem aleatoriamente nas teclas de um computador, pulam, giram saltam, enquanto as letrinhas vão surgindo na tela, a idéia é que, quando analisássemos tudo que foi digitado pela macacada, encontraríamos ali depois de milhões de anos um soneto digno de Shakespeare, ou seja, assim como uma multidão de macacos foi capaz de criar um texto inteligível, o tempo, o acaso e a matéria inerte poderiam fazer com que a vida surgisse em uma Terra primitiva.&lt;br /&gt;Quem refutou detalhadamente essa idéia (aqui faço apenas uma síntese de sua argumentação) foi o físico e cientista israelense Gerald Schroeder&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;, que fala sobre um experimento conduzido pelo Conselho de Artes Nacional Britânico, onde um computador foi colocado numa jaula que abrigava seis macacos. Depois de um mês de intenso movimento sobre as teclas, os macacos chegaram a digitar 50 páginas! Agora talvez você esteja se perguntando, quantas palavras apareceram? E a resposta é: zero, nenhuma, nada. E aqui vale ressaltar que o idioma inglês tem duas palavras com apenas uma letra (o “I” que significa eu, e o “a” que em português seria um ou uma) , e mesmo assim elas não apareceram. E talvez você esteja se perguntando: será que os macacos não tocaram nem uma única vez nessas vogais? O fato é que tocaram, mas tais letras só representam palavras se isoladas em ambos os lados por espaços.&lt;br /&gt;Chegou a hora de fazermos umas continhas, probabilidade básica. Tomemos um teclado com 30 caracteres usado na língua inglesa (26 letras e outros símbolos), a probabilidade de se conseguir uma palavra de uma letra, teclando aleatoriamente (como fizeram os nossos amigos símios) é de 30x30x30, ou seja, uma chance em 27.000. Lembrando que estamos falando apenas de uma palavra (a mais simples possível), o que dizer então de um soneto? Considerando o soneto (por definição de 14 versos), escolhido por Schroeder no qual encontramos 488 letras&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;, qual seria a probabilidade de, digitando a esmo, conseguirmos todas essas letras na exata seqüência em todos os versos? A conta é simples, teríamos que multiplicar o número 26 por ele mesmo (26x26...x26) 488 vezes, e aí teríamos o número 26 elevado à 488ª potência. Uau! Mas o que isso significa? Em potência de dez, seria o mesmo que 10 elevado a 690. Isso é uma chance em um número que começa com o 1 e tem 690 zeros a sua direita. Mas o que isso representa? Quão grande é esse número? Só pra que você tenha uma idéia a população do nosso planeta é da ordem de 10 elevado à 10ª potência; o número de partículas (prótons, elétrons e nêutrons) que constituem o universo inteiro é da ordem de 10 elevado a 80. Então talvez você esteja se perguntando, quando tempo seria necessário para que os macaquinhos conseguissem realizar a tarefa de digitar aleatoriamente um soneto? Ou quantos macaquinhos seriam necessários? O professor Schroeder nos responde da seguinte maneira:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Se tomássemos o universo inteiro e o convertêssemos em chips de computador – esqueçam os macacos – cada chip pesando um milionésimo de grama e sendo capaz de processar 488 tentativas a, digamos, um milhão de vezes por segundo, produzindo letras ao acaso, o número de tentativas que conseguiríamos seria de 10 à 90ª. Mais uma vez, seríamos derrotados por um fator de 10 à 600ª. Nunca criaríamos um soneto por acaso. O universo teria de ser maior, na proporção de 10 elevado à 600ª potência. No entanto o mundo acredita que um bando de macacos pode fazer isso todas as vezes”&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn4" name="_ednref4"&gt;&lt;strong&gt;[&lt;/strong&gt;iv]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isso é mesmo fascinante, veja, se o famoso teorema do macaco defendido por muitos evolucionistas não funciona nem para um soneto, o que dizer da origem da vida, algo muito mais complexo? Se a vida não pôde surgir por acaso, só nos resta uma conclusão, somos obra de um Criador. Pense nisso!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;_________________________&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; Ou também parábola dos macacos dactilógrafos, a nomenclatura varia, mas a idéia central é a mesma.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; Autor de Best Sellers sobre ciência e religião como o The Science of God.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; O cientista escolheu o que tem como primeiro verso “Devo comparar-te a um dia de verão?”.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; SCHROEDER (apud FLEW, Antony. Deus Existe: as provas incontestáveis de um filósofo que não acreditava em nada. Tradução Vera Maria Marques Martins. São Paulo: Ediouro, 2008. p. 85)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-794823486075894692?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/794823486075894692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=794823486075894692' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/794823486075894692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/794823486075894692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/01/o-teorema-do-macaco.html' title='O Teorema do Macaco'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_eAaSfIuQMKg/RnfECuJa3vI/AAAAAAAAADA/laevtPUa4_k/s72-c/Macacos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-693287304576699174</id><published>2009-01-14T22:24:00.002-03:00</published><updated>2009-01-14T22:30:17.793-03:00</updated><title type='text'>Podem me chamar de moralista!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;(Por Ronaldo Xavier Pimentel Jr)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mês passado me deparei com uma matéria muito interessante da revista “Saúde!”, publicação que por sinal minha esposa é assinante, o referido texto demonstrava os efeitos da televisão sobre os adolescentes e como jovens que assistem à cenas eróticas correm grande risco de ter um filho antes dos 20 anos. A revista faz menção à pesquisa feita pelo Instituto americano Rand Corporation, a matéria nos diz o seguinte:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;“Seus pesquisadores perguntaram a 2 mil jovens entre 12 e 17 anos o que costumavam ver na telinha. Três anos mais tarde, quiseram saber da mesma moçada se houve a ocorrência de uma gestação naquele período. Constataram, então, maior incidência de gravidez na turma que acompanhava programas de apelo sexual.”&lt;/strong&gt; &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Claro que tudo isso é só a ponta do iceberg, a exposição excessiva à violência, a pornografia, mulheres e homens seminus toda hora, a inversão de valores e uma série de outras coisas que não só trará uma gravidez precoce, mas também uma família desajustada.&lt;br /&gt;É público e notório que a TV aberta no Brasil, salvo raras exceções, tem feito um verdadeiro desfavor à família brasileira, são tantos os exemplos que nos cansam os olhos. Em uma determinada novela, que ainda está sendo exibida, encontramos um bordel onde a cafetina abriga uma série de belas jovens que demonstram toda a felicidade do mundo por aquilo que fazem, saem em carros de luxo, ganham bastante dinheiro, vivem com homens bonitos e vez por outra se casam com milionários, algo muito diferente da realidade de dor e sofrimento de quem optou ou foi levado a essa vida. Agora, o que passará na cabeça de uma jovem ao assistir coisas como essas? Em um país onde a prostituição infantil é alarmante, um referencial como esse só agrava o problema, uma vez que o inferno é transformado em paraíso diante dos olhos das crianças.&lt;br /&gt;E o que dizer da violência? Tiros, facadas, desrespeito aos pais e às leis, será que tudo isso não têm influenciado os jovens? É claro que sim, não são poucos os casos de violência envolvendo jovens e adolescentes, brigas motivadas pelas coisas mais fúteis possíveis, e em grande parte, culpa dos exemplos que os jovens têm na TV, onde o “herói machão” jamais pede desculpas e resolve tudo na “porrada”.&lt;br /&gt;Há os que advoguem que a culpa é toda dos pais que não acompanham o que os filhos assistem, sim sabemos que essa culpa existe, sabemos que os pais devem conversar mais com os filhos acerca desses temas e orientá-los quanto à programação, contudo sabemos que a responsabilidade não pode cair toda em cima dos responsáveis, uma vez que, os mesmos não são onipresentes nem oniscientes. A meu ver a legislação brasileira acertou ao obrigar as emissoras de TV a trazer a faixa etária do programa antes da exibição, o que vem a oferecer um norteador aos pais, mesmo assim existem algumas distorções, como é o caso das “novelas das oito” (já conhecidas pelo teor erótico) que são reprisadas a tarde, onde a maioria dos jovens estão em casa assistindo televisão enquanto os pais se encontram trabalhando, e aí cai por terra qualquer argumento dos que tentam jogar a culpa toda nos pais. É fato, temos que fazer alguma coisa ou mais cedo ou mais tarde muitos dos jovens se perderão no caminho enquanto a mídia fatura os seus bilhões. &lt;br /&gt;Aos que lerem este texto, não me interpretem mal, não quero que a TV seja envolta por censuras e tarjas pretas, mas que ela possa ser útil ao lar e a família e não um meio de destruição da mesma. Sou uma pessoa normal que assisto TV como qualquer outra, contudo me preocupa os exageros por parte da programação, que se tornaram tão comuns que por vezes nos passam despercebidos. Quero aqui trazer uma reflexão, qual a nossa conduta diante dos nossos filhos e de que forma a televisão tem influenciado as nossas vidas? Até quando faremos vista grossa para esse problema? Pais, abram os olhos! &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; SAÚDE!. São Paulo: Abril, n. 306, dezembro de 2008. p.57.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-693287304576699174?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/693287304576699174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=693287304576699174' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/693287304576699174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/693287304576699174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2009/01/podem-me-chamar-de-moralista.html' title='Podem me chamar de moralista!'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-8457388721003883987</id><published>2008-11-29T23:50:00.003-03:00</published><updated>2008-11-29T23:54:54.592-03:00</updated><title type='text'>Stephen Meyer (Design Inteligente) VS Michael Shermer (Evolucionista)</title><content type='html'>Assistam este excelende debate:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gyEkHJ0jKNY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gyEkHJ0jKNY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/C4aOuhRZ3RU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/C4aOuhRZ3RU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-8457388721003883987?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/8457388721003883987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=8457388721003883987' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/8457388721003883987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/8457388721003883987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/11/stephen-meyer-design-inteligente-vs.html' title='Stephen Meyer (Design Inteligente) VS Michael Shermer (Evolucionista)'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-5009372068433609373</id><published>2008-11-13T08:34:00.003-03:00</published><updated>2008-11-20T13:54:33.808-03:00</updated><title type='text'>Aulas de Revisão sobre Óptica Geométrica</title><content type='html'>Estou disponibilizando uma vídeo aula realizada na TV O NORTE (BAND) e ministrada por mim, falando sobre óptica geométrica (especificamente refração luminosa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JLfdfuI8_Co&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JLfdfuI8_Co&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tqC0wjJAxYc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tqC0wjJAxYc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DdeRxNzNQrU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/DdeRxNzNQrU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-5009372068433609373?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/5009372068433609373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=5009372068433609373' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/5009372068433609373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/5009372068433609373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/11/aulas-de-reviso-sobe-ptica-geomtrica.html' title='Aulas de Revisão sobre Óptica Geométrica'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-7161572736187088345</id><published>2008-11-13T07:53:00.002-03:00</published><updated>2008-11-13T08:23:51.699-03:00</updated><title type='text'>Fórum Regional Sobre Fé e Ciência será realizado pela VINACC durante o XI encontro Para a Consciência Cristã</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Gostaria de convidar a todos para uma séria de palestras que serão realizadas dentro do “XI Encontro Para a Consciência Cristã”, que acontecerá de 18 a 24 de fevereiro de 2009, no Parque do Povo, em Campina Grande-PB. No evento acontecerá o "I Fórum Regional Sobre Fé e Ciência" que terá além de mim como palestrante, o pesquisador e teólogo Robson Tavares Fernandes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas minhas palestras abordaremos os seguintes temas:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 - A origem do Universo: Da Bíblia ao Big Bang.&lt;br /&gt;2 - OVNIS e Extraterrestres: Ficção ou Realidade?&lt;br /&gt;3 - Hominídeos: Existiram os homens macaco?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Robson Tavares ministrará palestras com os temas:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 - O livro de Gênesis e os dias da Criação.&lt;br /&gt;2 - Criação x Evolução - Os dois ensinos são incompatíveis e inconciliáveis.&lt;br /&gt;3 - Como o Relato do Dilúvio Bíblico e a Ciência se Completam.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações acesse o site do evento:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.conscienciacrista.org.br/"&gt;http://www.conscienciacrista.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou pelo link: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.conscienciacrista.org.br/novo/geral/layoutnovo-destaqueprincipal.php?subaction=showfull&amp;amp;id=1225507117&amp;amp;archive=&amp;amp;start_from=&amp;amp;ucat=8,15"&gt;http://www.conscienciacrista.org.br/novo/geral/layoutnovo-destaqueprincipal.php?subaction=showfull&amp;amp;id=1225507117&amp;amp;archive=&amp;amp;start_from=&amp;amp;ucat=8,15&lt;/a&gt;&amp;amp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atenciosamente:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ronaldo Xavier.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-7161572736187088345?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/7161572736187088345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=7161572736187088345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/7161572736187088345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/7161572736187088345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/11/frum-regional-sobre-f-e-cincia-ser.html' title='Fórum Regional Sobre Fé e Ciência será realizado pela VINACC durante o XI encontro Para a Consciência Cristã'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-3829453314613388152</id><published>2008-11-13T07:07:00.003-03:00</published><updated>2008-11-13T07:23:41.527-03:00</updated><title type='text'>Evidências de uma Terra jovem</title><content type='html'>A grande maioria dos Criacionistas tem defendido que a Terra é jovem e portanto, não teria os 4,5 bilhões de anos alegados pelos evolucionistas.  O vídeo (dividido em duas partes) abaixo lança um pouco de luz sobre o tema, nos informando sobre processos de datação que apontam para uma Terra jovem. Todo o material está dublado em português (BR).&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OspPDnt-GeE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OspPDnt-GeE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ysNziuubNII&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ysNziuubNII&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-3829453314613388152?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/3829453314613388152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=3829453314613388152' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/3829453314613388152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/3829453314613388152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/11/evidncias-de-uma-terra-jovem.html' title='Evidências de uma Terra jovem'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-4062738056809606672</id><published>2008-09-27T22:05:00.003-03:00</published><updated>2008-09-27T22:09:03.102-03:00</updated><title type='text'>Grande Debate: Criacionismo X Evolucionismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SN7YzDfDb1I/AAAAAAAAACU/hOtBpEk1otM/s1600-h/Cartaz+(palestra+criacionismo+e+evolucionismo).jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SN7YzDfDb1I/AAAAAAAAACU/hOtBpEk1otM/s400/Cartaz+(palestra+criacionismo+e+evolucionismo).jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250872587181059922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gostaria de convidar a todos os interessados na temática sobre as origens,  para um debate que será realizado pela UFPB no dia 10 de Outubro às 9 h da manhã  no campus de Rio Tinto. Estarei debatendo com o professor Cristiano Bonneau que  estará defendendo o evolucionismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O debate constará de dois momentos: no primeiro cada debatedor terá 45  minutos para explanar a sua teoria e no segundo o público poderá fazer perguntas  para ambos os debatedores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antecipadamente queremos agradecer a iniciativa por parte da Universidade  Federal da Paraíba, e ao professor Joel Santos que mediará o debate.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conto com a presença de todos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atenciosamente:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ronaldo Xavier.  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-4062738056809606672?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/4062738056809606672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=4062738056809606672' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/4062738056809606672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/4062738056809606672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/09/grande-debate-criacionismo-x.html' title='Grande Debate: Criacionismo X Evolucionismo'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SN7YzDfDb1I/AAAAAAAAACU/hOtBpEk1otM/s72-c/Cartaz+(palestra+criacionismo+e+evolucionismo).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-2778352588912151853</id><published>2008-09-03T18:36:00.002-03:00</published><updated>2008-09-03T18:45:38.859-03:00</updated><title type='text'>Algoritmos Genéticos, um Problema Para a Teoria da Evolução</title><content type='html'>(Por: Ronaldo Xavier Pimentel Júnior)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;            Alguns evolucionistas mais fervorosos têm dito que os algoritmos genéticos (AG´s) são a resposta para o processo de aumento da informação genética nos seres vivos, contudo demonstraremos nesse texto que os algoritmos genéticos são uma arma poderosíssima contra a Teoria da Evolução, comprovando a impossibilidade de mutações aleatórias terem produzido todos os seres vivos como os conhecemos.&lt;br /&gt;            Inicialmente gostaríamos de familiarizar o leitor com o conceito de Algoritmo Genético, uma vez que o tema não é de conhecimento da maioria das pessoas.&lt;br /&gt;John H. Holland, pesquisador da Universidade de Michigan, propôs nos anos 70 um algoritmo matemático&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt; cuja finalidade seria a otimização de sistemas complexos, ou seja, ter respostas mais eficientes e precisas para certos tipos de problemas com muitas variáveis; esse algoritmo pretendia simular matematicamente todo o mecanismo da suposta evolução biológica, principalmente no que diz respeito à seleção natural e combinação genética.&lt;br /&gt;            Nessa analogia feita através do algoritmo genético, a melhor resposta para um determinado tipo de problema seria o indivíduo mais evoluído possível, ou seja, por tentativa e erro, cruzamentos, reproduções, mutações e seleção natural, supostamente simulando a natureza, se chegaria a uma resposta para determinado problema matemático, de engenharia ou cotidiano; uma idéia que acaba funcionando dentro das limitações que demonstraremos posteriormente.&lt;br /&gt;O algoritmo genético (AG) clássico seria construído basicamente na seguinte ordem:&lt;br /&gt;1.      População Inicial;&lt;br /&gt;2.      Enquanto condição não satisfeita faça;&lt;br /&gt;3.      Seleção;&lt;br /&gt;4.      Cruzamentos;&lt;br /&gt;5.      Mutações;&lt;br /&gt;6.      Fim enquanto.&lt;br /&gt;7.      Solução Melhor indivíduo.&lt;br /&gt;E a analogia com a biologia continua da seguinte forma:&lt;br /&gt;a.       Cromossomo (genótipo) - cadeia de bits que representa uma solução possível para o problema;&lt;br /&gt;b.      Gene - representação de cada parâmetro de acordo com o alfabeto utilizado (binário, inteiro ou real);&lt;br /&gt;c.       Fenótipo - cromossomo codificado;&lt;br /&gt;d.      População - conjunto de pontos (indivíduos) no Espaço de Busca;&lt;br /&gt;e.       Geração - iteração completa do algoritmo genético que gera uma nova população;&lt;br /&gt;f.       Aptidão - saída gerada pela função objetivo para um indivíduo da população.&lt;br /&gt;Dadas as informações, trabalharemos os principais problemas de se aplicar tal modelo computacional à Teoria da Evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problema 1: Algoritmos genéticos demandam um programador&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É interessante como alguns evolucionistas gostam de usar o algoritmo genético como argumento favorável à teoria da evolução, mas esquecem que por trás do processo existe um programador inteligente que deve escolher certas variáveis para que a resposta possa surgir, a natureza e o acaso não dispõem de tal programador, pelo menos não no modelo evolucionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problema 2: Algoritmos genéticos demandam uma população inicial&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O engraçado é ver, que é necessário que se tenha uma população pré-existente pra que se possam aplicar os princípios da seleção natural e das mutações, ou seja, não se pode explicar o surgimento da população através deste método. Com isso vemos que é fundamental que se tenha uma população inicial pré-existente, a qual a teoria da evolução não possui, diferentemente do que ocorre com o modelo criacionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problema 3: As mutações são limitadas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Alguns evolucionistas têm argumentado que se pode ter informação nova a partir das mutações, e que os algoritmos genéticos têm demonstrado isso. Primeiro o que temos observado na natureza é que existe recombinação da informação pré-existente (o mesmo que os AG fazem), e que dentro da variabilidade, que é limitada pelo programador (quantidade de bits), não surgirão respostas fora dos parâmetros da programação.&lt;br /&gt;Por exemplo, vamos supor que eu queira criar uma peça para um relógio, um ponteiro, ele não deve ser demasiadamente fino pois seria de difícil visualização, nem poderia ser demasiadamente grosso pois ficaria muito pesado para o mecanismo, deve ser feito de um material leve, mas que seja ao mesmo tempo resistente e durável. Desse modo, se quisesse aplicar um AG teria que ter inicialmente uma população de relógios com diversos tipos de ponteiros de espessuras diferentes e materiais diferentes, eles cruzariam entre si, e desses cruzamentos surgiriam indivíduos desejáveis (ex. com ponteiro leve e grosso) e indesejáveis (ponteiros pesados e finos) as mutações permitiriam criar ligas metálicas que seriam cross-overs dos materiais iniciais que não existiam na população inicial. No final, após diversas gerações o que teríamos? UM PONTEIRO! Incrível como ele não se transformou em um mostrador digital. E por que isso não aconteceu? Porque não existia essa informação no programa inicial. Com isso queremos demonstrar que teríamos sim, um ponteiro leve, com uma liga forte, e com uma espessura que fosse visível ao usuário do relógio, contudo esse ponteiro continuaria sendo um ponteiro, e é esse o ponto! Exatamente o que criacionistas têm dito o tempo inteiro, temos especiação, micro-evolução (variações dentro de uma mesma espécie), mas não encontramos a macro-evolução (répteis se transformando em aves). Tal limitação é clara, e é demonstrável por esse poderoso simulador chamado de Algoritmo Genético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problema 4: O problema do tempo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os algoritmos genéticos só passaram a ser usados efetivamente a partir do final da década de 80, começo dos anos 90, e o motivo era muito simples, os computadores não eram rápidos o suficiente para trabalhar com a sobrecarga de informações (overflow), ou seja, como haviam muitas variáveis, existiam alguns trilhões e trilhões de respostas ou superpopulações (tal quantidade varia conforme o problema), e essa quantidade enorme de informação precisava ser testada por um simulador de “seleção natural” que escolhe os indivíduos mais aptos, causa reproduções destes, escolhe os mais aptos até que se chegue a um indivíduo que se tenha uma melhor resposta ao problema.&lt;br /&gt;E talvez você esteja se perguntando e daí? A evolução tem milhões de anos pra isso. Veja que, um computador consegue em 1 segundo, dependendo do modelo, fazer bilhões de cálculos, ou seja, o computador consegue fazer a reprodução dentro da população inicial ocorrer muito rapidamente e mesmo assim, dependendo da sofisticação do problema e do tipo de máquina teremos horas ou dias de cálculos para se chegar a uma melhor solução do problema. Assim nos mostra o pesquisador Marcio Nunes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Devido ao grande número de variáveis que um AG trata e às populações elevadas e alto número de gerações para a cobertura do espaço de soluções, os AG's possuem um custo computacional elevado.”&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando aplicamos o mesmo princípio à natureza, sabemos que o processo de reprodução é trilhões de vezes mais lento, o que demandaria um tempo maior do que o estimado pela própria Teoria da Evolução para uma transformação “simples” do tipo bactéria pra ameba (seriam trilhões e trilhões de anos), outro problema seria a super população final, quando se trabalha com AG tem-se populações da ordem de milhões de bilhões, e estamos falando disso, em problemas relativamente simples se comparados com a evolução de uma célula, veja um exemplo prático com seres humanos:&lt;br /&gt; Nossa população é algo na casa dos 6 bilhões de indivíduos, a taxa de crescimento é de 2%, ou seja, se o homem estivesse aqui há um milhão de anos ou coisa parecida, como os evolucionistas sugerem, a população seria em torno de 10^8600 (dez elevado a 8600), ou seja, o número 1 seguido de 8600 zeros; para que se tenha uma idéia do que isso significa, o número de elétrons no universo é da ordem de 10^80 (dez elevado a oitenta)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;. Agora, o que acontece se aplicarmos as taxas de crescimento a seres que crescem mais rápido? Teríamos o mesmo fenômeno que ocorre no AG, uma explosão populacional que não é observada empiricamente, logo a Terra não pode ser tão velha como querem os evolucionistas.&lt;br /&gt;Surgem então dois problemas:&lt;br /&gt;1 – Os evolucionistas não podem ter tempo em excesso pois isto ocasionaria uma superpopulação;&lt;br /&gt;2 – Os evolucionistas não têm como recombinar os genes nas supostas mutações para evolução sem os trilhões de anos necessários demonstrados pelo AG;&lt;br /&gt;Conclusão: Por não existir terceira hipótese, e por serem as hipóteses existentes autodestrutivas, a evolução segundo o algoritmo genético não pode ter ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problema 5: Algoritmos genéticos apresentam erros&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;            Quando se programa com AG deve-se ter extremo cuidado para que o resultado não culmine em máximos ou em mínimos, o que impossibilitaria a existência da melhor resposta, tal controle deve ser feito pelo programador que deve definir critérios como: tamanho da população, escolhas de parâmetros, etc. Lembre-se que a teoria da evolução não tem o programador, vejamos o que nos ensina o professor Marcio Nunes de Miranda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Além da forma como o cromossomo é codificado, existem vários parâmetros do algoritmo genético que podem ser escolhidos para melhorar o seu desempenho, adaptando-o às características particulares de determinadas classes de problemas. Entre eles os mais importantes são: o tamanho da população, o número de gerações, a probabilidade de cross-over e a probabilidade de mutação. A influência de cada parâmetro no desempenho do algoritmo depende da classe de problemas que se está tratando. Assim, a determinação de um conjunto de valores otimizado para estes parâmetros dependerá da realização de um grande número de experimentos e testes.”&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é outro problema sério, AG funciona em computação porque a figura do programador é imprescindível, e ele que vai fazer “experimentos e testes”, uma vez que, sem o ajuste preciso dos parâmetros não se obtêm os melhores resultados.&lt;br /&gt;Se fosse algo tão simples, como querem os evolucionistas, poderíamos criar através de AG um computador mais poderoso que o cérebro humano; por simulação colocaríamos um monte de Pentium´s pra se reproduzir com Atlon´s e por tentativa e erro, mutações, cruzamentos, chegaríamos à fabulosa máquina. Mas veja que isso nem se quer é tentado, e o irônico é que é exatamente isso que os evolucionistas alegam, que criaturas sem cérebro (bactérias) teriam chegado a seres humanos com aumento aleatório na informação. Desculpa, mas não é isso que a evidência computacional registra! Vejamos alguns ajustes necessários quando se trabalha com AG, como nos ensina o professor da USP André Carvalho:&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Tamanho da População. O tamanho da população afeta o desempenho global e a eficiência dos AGs. Com uma população pequena o desempenho pode cair, pois deste modo a população fornece uma pequena cobertura do espaço de busca do problema. Uma grande população geralmente fornece uma cobertura representativa do domínio do problema, além de prevenir convergências prematuras para soluções locais ao invés de globais. No entanto, para se trabalhar com grandes populações, são necessários maiores recursos computacionais, ou que o algoritmo trabalhe por um período de tempo muito maior.&lt;br /&gt;Taxa de Cruzamento. Quanto maior for esta taxa, mais rapidamente novas estruturas serão introduzidas na população. Mas se esta for muito alta, estruturas com boas aptidões poderão ser retiradas mais rapidamente dando um valor alto, a maior parte da população será substituída, mas com valores muito altos pode ocorrer perda de estruturas de alta aptidão. Com um valor baixo, o algoritmo pode tornar-se muito lento.&lt;br /&gt;Taxa de Mutação. Uma baixa taxa de mutação previne que uma dada posição fique estagnada em um valor, além de possibilitar que se chegue em qualquer ponto do espaço de busca. Com uma taxa muito alta a busca se torna essencialmente aleatória.&lt;br /&gt;Intervalo de Geração. Controla a porcentagem da população que será substituída durante a próxima geração. Com um valor alto, a maior parte da população será substituída, mas com valores muito altos pode ocorrer perda de estruturas de alta aptidão. Com um valor baixo, o algoritmo pode tornar-se muito lento.”&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn5" name="_ednref5"&gt;[v]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante que os evolucionistas não comentam tais dificuldades, querem apenas passar a idéia de que o algoritmo genético é a solução para todos os problemas do surgimento da informação, agora vemos que as coisas não são tão simples e daí a obrigatoriedade de um designer inteligente para projetar um modelo de AG que realmente funcione.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;strong&gt;   Problema 6: Os vários tipos de seleção natural&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;            Os algoritmos não se baseiam só no fortuito, ou seja, existem AG’s que já trabalham com uma seleção artificial para viabilizar o processo, tal situação não é concebível no modelo evolucionista, vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – GENITOR:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Cada indivíduo selecionado e cruzado com seu parceiro é colocado no lugar do pior indivíduo da população anterior. A aptidão é atribuída de acordo com um "ranking", ou seja, a aptidão de cada indivíduo assume valores discretos.”&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn6" name="_ednref6"&gt;[vi]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seleção natural encontrada na natureza não atua dessa forma, uma vez que não cria “ranking” com valores discretos nem tem tal capacidade gerencial, tal atribuição é produto de uma mente inteligente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – CHC (Cross generational elitist selection, heterogeneous recombination and Cataclysmic mutation):&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Os N melhores indivíduos são coletados levando-se em consideração a população atual e a população gerada após o cruzamento. Remove-se os indivíduos duplicados. (...) O ponto de cross-over é sempre a metade do cromossomo. Para se solucionar o problema de convergência prematura para mínimos locais é utilizada uma alta taxa de mutação, sempre preservando o melhor indivíduo da população. A partir da primeira seleção aleatória, utiliza-se o cross-over diretamente nas populações subsequentes.”&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn7" name="_ednref7"&gt;[vii]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;             Mas uma vez percebemos que algumas regrinhas têm que ser obedecidas para que o AG funcione, tais como: remoção dos duplicados, o ponto de cross-over é sempre a metade do cromossomo, alta taxa de mutação e o melhor indivíduo é sempre preservado. Nenhum dos critérios citados é obrigatoriamente característica da seleção natural como vemos na natureza. Percebemos que a finalidade da seleção por CHA é acelerar o processo do AG, uma vez que, mesmo para um computador, o processo natural não é simples nem rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – ALGORITMOS HÍBRIDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Muitos autores consideram que os AG's nem sempre são a melhor solução para problemas de otimização específicos. Desta forma, os algoritmos híbridos utilizam os AG's como ponto de partida para métodos de otimização tradicionais, como o "Simulated Annealing", método de Powel, entre outros. A desvantagem destes algoritmos é a introdução de um "overhead" computacional devido à busca baseada em populações, característica dos AG's. A mistura das técnicas tradicionais com os AG's introduzem uma espécie de aprendizado no AG, pois os cromossomos utilizados foram resultado da técnica denominada "hill-climbing", utilizada nos métodos de otimização tradicionais, que utilizam derivadas.”&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn8" name="_ednref8"&gt;[viii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Usar derivadas na seleção natural biológica? Nem pensar! Mas é isso que é necessário, ainda que se tenham problemas que de tão simples, comparados com a complexidade da vida, não podem se equiparar. Ou seja, a aplicação de técnicas de AG são extremamente complexas para serem recriadas de maneira aleatória pela natureza, tal idéia é tão improvável quanto acharmos um porta aviões na praia e concluirmos que foi obra do mar e dos relâmpagos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problema 7: As situações biológicas são muito mais complexas do que as simulações por AG&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Buscas em problemas reais são repletos de descontinuidades, ruídos e outros problemas. Métodos que dependam fortemente de restrições de continuidade e existência de derivadas são adequados apenas para problemas em um domínio limitado.”&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn9" name="_ednref9"&gt;[ix]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Os problemas reais, como demonstrado pelo professor André Carvalho, não são tão simples quanto as situações herméticas propostas em problemas de engenharia, ou seja, quando se trabalha com organismos vivos temos uma quantidade enorme de variáveis como: meio ambiente, informações em um código genético criptografado e compactado, infindáveis possibilidades climáticas, interdependência, cadeia alimentar, reprodução sexuada e assexuada, mutações deletérias, doenças, tipos de alimentação, complexidade irredutível, além de outras inúmeras variáveis que a seleção natural tem que dar conta pra transformar um coacervado em um homem.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Considerações Finais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;            Como demonstramos, a teoria da evolução não pode argumentar que o AG serve de evidência para o modelo evolucionista, ao contrário, tal modelo aponta para um projetista (programador) que controla e opera com uma quantidade enorme de variáveis.&lt;br /&gt;Vimos também que o processo de tentativa e erro é limitado por parâmetros, é lento e demanda um tempo que a evolução não dispõe.&lt;br /&gt;Percebemos que o resultado da aplicação de AG é uma superpopulação na busca de um indivíduo mais adaptado, tais quantidades no mundo real seriam maiores que o número de elétrons do universo, e portanto, o resultado virtual produzido pela máquina, contradiz o observado na natureza.&lt;br /&gt;E por fim, a complexidade da vida, do organismo mais simples, não pode ser comparado com o que é feito com AG´s, de modo que, tais evidências apontam para um criador infinitamente inteligente, capaz de projetar máquinas extremamente complexas, onde a mais simples é mais complexa do que qualquer coisa já feita pelo homem, tais estruturas não podem ser criadas de maneira fortuita, uma vez que os próprios AG´s são limitadíssimos e demandam obrigatoriamente um programador, fica claro desse modo que, algoritmos genéticos depõem contra a Teoria da Evolução e não a favor dela.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ___________________&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref1" name="_edn1"&gt;&lt;/a&gt;Notas:&lt;br /&gt;[i] Conjunto de regras e operações bem definidas e ordenadas, destinadas à solução de um problema, ou de uma classe de problemas, em um número finito de etapas.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; MIRANDA, Marcio Nunes. &lt;strong&gt;Algoritmos Genéticos&lt;/strong&gt;: Fundamentos e Aplicações. Disponível  em: &lt;a href="http://www.gta.ufrj.br/~marcio/genetic.html"&gt;http://www.gta.ufrj.br/~marcio/genetic.html&lt;/a&gt;. Acesso: 1 set.2008.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; Conforme o astrofísico Sir Arthur Eddington.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; MIRANDA, Marcio Nunes. &lt;strong&gt;Algoritmos Genéticos&lt;/strong&gt;: Fundamentos e Aplicações. Disponível  em: &lt;a href="http://www.gta.ufrj.br/~marcio/genetic.html"&gt;http://www.gta.ufrj.br/~marcio/genetic.html&lt;/a&gt;. Acesso: 1 set.2008.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref5" name="_edn5"&gt;[v]&lt;/a&gt; CARVALHO, André Ponce de Leon F. de. &lt;strong&gt;Algoritmos Genéticos&lt;/strong&gt;. Disponível em: &lt;a href="http://www.icmc.usp.br/~andre/research/genetic/index.htm#cara"&gt;http://www.icmc.usp.br/~andre/research/genetic/index.htm#cara&lt;/a&gt;. Acesso: 1 set.2008.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref6" name="_edn6"&gt;[vi]&lt;/a&gt; MIRANDA, Marcio Nunes. &lt;strong&gt;Algoritmos Genéticos&lt;/strong&gt;: Fundamentos e Aplicações. Disponível  em: &lt;a href="http://www.gta.ufrj.br/~marcio/genetic.html"&gt;http://www.gta.ufrj.br/~marcio/genetic.html&lt;/a&gt;. Acesso: 1 set.2008.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref7" name="_edn7"&gt;[vii]&lt;/a&gt; Ibid.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref8" name="_edn8"&gt;[viii]&lt;/a&gt; Ibid.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref9" name="_edn9"&gt;[ix]&lt;/a&gt; CARVALHO, André Ponce de Leon F. de. &lt;strong&gt;Algoritmos Genéticos&lt;/strong&gt;. Disponível em: &lt;a href="http://www.icmc.usp.br/~andre/research/genetic/index.htm#cara"&gt;http://www.icmc.usp.br/~andre/research/genetic/index.htm#cara&lt;/a&gt;. Acesso: 1 set.2008.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-2778352588912151853?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/2778352588912151853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=2778352588912151853' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/2778352588912151853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/2778352588912151853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/09/algoritmos-genticos-um-problema-para.html' title='Algoritmos Genéticos, um Problema Para a Teoria da Evolução'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-192515912078376686</id><published>2008-02-06T11:53:00.000-03:00</published><updated>2008-02-06T12:12:08.057-03:00</updated><title type='text'>Fraudes Evolucionistas (Parte I)</title><content type='html'>(Por: Ronaldo Xavier Pimentel Júnior)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos demonstrar através deste texto, de que maneira através da história, os defensores da evolução vêm forjando suas fraudes, com intuito de criar evidências que sustentem a Teoria da Evolução das Espécies, proposta por Charles Darwin, e d&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nKeErUEvI/AAAAAAAAAAY/2nZGDK4sjvw/s1600-h/Quadro+de+Haeckel.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163881065757283058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 366px; CURSOR: hand; HEIGHT: 299px" height="299" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nKeErUEvI/AAAAAAAAAAY/2nZGDK4sjvw/s400/Quadro+de+Haeckel.JPG" width="330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e que maneira vergonhosa tais fraudes, bastante conhecidas, perpetuam-se em livros didáticos, com intuito de fundamentar uma teoria que não foi comprovada.&lt;br /&gt;Vamos começar com a famosa teoria da recapitulação embrionária proposta por Ernst Haeckel em 1866, que tinha o objetivo de “comprovar” que nas primeiras semanas, o feto humano assemelhar-se-ia às várias fases do desenvolvimento evolucionário, tendo uma vez as brânquias como um peixe, outra vez um rabo como de macaco, etc.&lt;br /&gt;Haeckel publica seu famoso desenho, que ilustraria a suposta semelhança entre o feto humano e o feto dos demais animais como: peixe, salamandra, tartaruga, galinha, porco e coelho, como vemos na figura ao lado.&lt;br /&gt;O fato, é que, sabemos hoje que Haeckel deliberadamente fraudou os desenhos como veremos na figura abaixo que mostra o comparativo entre o desenho de Haeckel e o feto real fotografado.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163881740067148546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nLFUrUEwI/AAAAAAAAAAg/HStB5UYsGYA/s400/Quadro+de+Haeckel+desmascarado.JPG" border="0" /&gt; &lt;div&gt;Tal fraude apesar de bastante conhecida ainda é publicada em livros de biologia em todo o mundo e no Brasil não é diferente, então pergunto, de que maneira podemos dar crédito a uma teoria que precisa ser respaldada em mentiras para se manter de pé? &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nLnkrUEyI/AAAAAAAAAAw/dIqWcx3IIDo/s1600-h/Homem+de+Piltdown.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163882328477668130" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="310" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nLnkrUEyI/AAAAAAAAAAw/dIqWcx3IIDo/s400/Homem+de+Piltdown.JPG" width="280" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vamos a mais uma conhecida fraude, o Homem de Piltdown, que foi alardeado como um ancestral, ou elo entre homens e macacos com a reivindicação de que esse “hominídeo” seria um intermediário de 500.000 anos de idade.&lt;br /&gt;O Jornal New York Times publica o seguinte artigo: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;“Teoria de Darwin prova-se verdadeira.”&lt;br /&gt;Depois de praticamente 40 anos exposto no museu britânico e 90 teses de doutorado dos eruditos ateus, em 1953 a fraude veio à tona. Para resumir, em 1912 uma gangue de fraudulentos, querendo ganhar notoriedade e explorando a crendice de uma sociedade apóstata que queria acreditar na evolução de qualquer jeito, inventou um homem macaco chamado Piltdown. Os “cientistas” juntaram um pedaço de crânio humano&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt; com a mandíbula de um macaco. Os dentes foram lixados e tudo tratado com substâncias químicas&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; para parecer objeto fossilizado, e aí temos uma fraude de quase passou despercebida.&lt;br /&gt;Vamos agora a mais um famoso hominídeo, o Homem de Nebraska. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nMEErUEzI/AAAAAAAAAA4/qMl2avYDZw8/s1600-h/Homem+de+Nebraska.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163882818103939890" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nMEErUEzI/AAAAAAAAAA4/qMl2avYDZw8/s400/Homem+de+Nebraska.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em 1922 a evidência fóssil foi descoberta, logo foi usado para apoiar a evolução em 1925, onde seria feita a reivindicação de que o homem de Nebraska seria um Elo entre homem e macaco de 1 milhão de anos.&lt;br /&gt;O que aconteceu, na verdade, foi o seguinte: de um dente, montaram a mandíbula; da mandíbula, montaram o crânio; do crânio, montaram o esqueleto; do esqueleto, fizeram pele, cabelo e até a sua namorada ou esposa (agachada no desenho). Fizeram a famosa exposição sobre a evolução em Dayton, Tennessee, chamada de Scopes Trial, foi nela que o Homem de Nebraska foi apresentado como prova incontestável da evolução. Quando William Jennings Bryan protestou contra os argumentos apresentados e pela insuficiência, riram-se dele ridicularizando-o. Em 1927 descobriram a fraude: o dente era de um porco selvagem da America do Sul chamado Peccary.&lt;br /&gt;E para encerrarmos a primeira parte de nossa matéria sobre as fraudes evolucionistas vamos falar sobre o Ramapithecus, que foi alardeado também como um dos mais primitivos ancestrais do homem, datado como um intermediário de 14 milhões de anos entre macacos e humanos.&lt;br /&gt;Em 1930 foi encontrado um maxilar dividido em duas partes, que posteriormente seria emendado propositalmente na forma de &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nMrkrUE0I/AAAAAAAAABA/wja3jJHvRVo/s1600-h/Ramapithecus+01.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163883496708772674" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nMrkrUE0I/AAAAAAAAABA/wja3jJHvRVo/s200/Ramapithecus+01.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;parábola, forma que caracteriza a estrutura do maxilar humano, como vemos na figura. Pela maneira que o maxilar foi encaixado, imediatamente via-se um ancestral entre o homem e macaco, uma vez que, o maxilar de um macaco tem a forma de “U” e não de parábola como mostra a figura, com isso acreditava-se que o Ramapithecus realmente seria um ancestral, um elo perdido entre os homens e os macacos. A notícia foi tão bombástica que a revista Time publicou:&lt;br /&gt;“Ramapithecus é estruturado para ser um antepassado ideal de hominídeo. Se ele não for, nós não temos qualquer outra coisa que é."&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163883951975306066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nNGErUE1I/AAAAAAAAABI/YwG-IK3m9g0/s320/Ramapithecus+02.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O interessante é que desde 1970 foi descoberto um babuíno que vive na Etiópia com mesma estrutura dental, características morfológicas semelhantes achadas no Ramapithecus, e só posteriormente em 1977, pouco depois da publicação da revista Time citada, a montagem errada do maxilar foi descoberta, o que tornou o Ramapithecus 100% macaco, o excluindo de vez da linhagem humana.&lt;br /&gt;Vimos nesses quatro exemplos como a teoria da evolução tem usado de má fé, para endossar a sua tese, é lamentável que muitas dessas fraudes ainda sejam publicadas em livros didáticos, colocadas como evidências da evolução, prejudicando assim a boa ciência, que busca a verdade. Portando convido a todos a fazerem sempre uma análise crítica dessas evidências, e do interesse que há por trás das mesmas. Logo em breve estarei publicando mais algumas das fraudes, que não sou poucas, da galeria evolucionista.&lt;br /&gt;_____________________________&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; Datado posteriormente como tendo apenas 650 anos.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; Bicromato de potássio e sal de ferro.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; TIME. 7 de novembro de 1977.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-192515912078376686?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/192515912078376686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=192515912078376686' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/192515912078376686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/192515912078376686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/02/fraudes-evolucionistas-parte-i.html' title='Fraudes Evolucionistas (Parte I)'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/R6nKeErUEvI/AAAAAAAAAAY/2nZGDK4sjvw/s72-c/Quadro+de+Haeckel.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-7611490441534969230</id><published>2008-01-03T13:37:00.000-03:00</published><updated>2008-01-03T13:38:48.265-03:00</updated><title type='text'>COPERVE divulga duas provas diferentes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Por: Ronaldo Xavier Pimentel Júnior)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Gostaríamos de alertar quem for baixar a prova de física PSS3 2008 do vestibular da UFPB, uma vez que, no site da COPERVE temos duas provas diferentes, de modo que, as questões são as mesmas, mas, a ordem das alternativas é diferente, o que provocará uma confusão caso você baixe o gabarito no site (&lt;a href="http://www.coperve.ufpb.br/pss2008/Gabarito2.pdf"&gt;http://www.coperve.ufpb.br/pss2008/Gabarito2.pdf&lt;/a&gt;). Para a prova de física do terceiro ano, o gabarito ficará diferente nas questões 32, 33, 34 e 36. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Prova aplicada (gabarito coincide):&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.coperve.ufpb.br/pss2008/Provas/Prova3.pdf"&gt;http://www.coperve.ufpb.br/pss2008/Provas/Prova3.pdf&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segunda prova (gabarito não coincide):&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://abel.mat.ufpb.br/vestibular/08m3doc.zip"&gt;http://abel.mat.ufpb.br/vestibular/08m3doc.zip&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O erro confundiu muitos alunos e professores, ao verem que o gabarito oficial estava com erro em 4 questões da prova de física. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até a publicação desse texto, o erro não foi corrigido pela COPERVE. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-7611490441534969230?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/7611490441534969230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=7611490441534969230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/7611490441534969230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/7611490441534969230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2008/01/coperve-divulga-duas-provas-diferentes_03.html' title='COPERVE divulga duas provas diferentes'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1041258746658389007.post-83929399316117589</id><published>2007-07-06T16:44:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T17:10:42.110-03:00</updated><title type='text'>A Segunda Lei da Termodinâmica e suas implicações na Teoria da Evolução</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(Por: Ronaldo Xavier Pimentel Júnior)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Muito se tem debatido acerca da Segunda Lei da Termodinâmica e suas implicações na teoria da evolução. Quando argumentamos que tal lei afronta diretamente a teoria da Evolução das Espécies de Charles Darwin automaticamente escutamos a resposta pronta de que a segunda lei só é válida para um sistema fechado, testaremos à veracidade dessa informação e verificaremos se essa é capaz de passar pelo crivo da prova cientifica.&lt;br /&gt;            Inicialmente gostaria de explicar o que é essa tal de Segunda Lei da Termodinâmica e porque ela tem causado tanta polêmica; segundo os professores Calçada e Sampaio temos o seguinte entendimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Segunda Lei da Termodinâmica têm um caráter estatístico, estabelecendo que os processos naturais apresentam um sentido preferencial de ocorrência, tendendo sempre o sistema espontaneamente para um estado de equilíbrio. Na verdade, a segunda lei não estabelece, entre duas transformações possíveis que obedecem à primeira lei, qual a que certamente acontece, mas sim a que tem maior probabilidade de acontecer&lt;/strong&gt;.&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo conceito em si já percebemos que não é dada à suposta devida importância ao tal sistema fechado, uma vez que nem se quer encontramos menção a tal sistema no enunciado acima. Mas no momento devido estaremos comentando o que seria o tal sistema fechado e qual seria a sua importância.&lt;br /&gt;Gostaria de citar o entendimento dos professores Halliday, Resnick e Walker sobre a Segunda Lei da Termodinâmica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O mundo é cheio de eventos que acontecem em uma direção mas nunca na oposta. Estamos tão acostumados com isso que os achamos “óbvios”, quando acontecem na direção “certa”, mas ficaríamos totalmente desnorteados se acontecessem no outro sentido&lt;/strong&gt;.&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vemos portanto é que temos infindáveis exemplos de aplicação da segunda lei em nosso cotidiano, pois parece que tudo ao nosso redor tende a naturalmente se desorganizar, ou seja, não é necessário um projeto para que seu quarto fique bagunçado, naturalmente isso ocorre, no decorrer do tempo você vê que seu quarto, sua casa e tudo ao seu redor vão se desorganizando, isso é algo extremamente comum e natural, ainda que o seu quarto e a sua casa não sejam a rigor um sistema fechado. Mas talvez alguém diga: “Será possível que em determinado momento, no decorrer do dia meu quarto fique mais organizado?”. A resposta para essa pergunta é: Sim, é possível mas é altamente improvável, uma vez que a desordem naturalmente prevalece sobre a ordem.&lt;br /&gt;A segunda lei portanto trata também da probabilidade de um evento ocorrer, ou seja, como no universo existe uma preferência natural de certos eventos em detrimento de outros, tal assimetria aponta no sentido da ordem para desordem, de forma que o entendimento mais amplo da segunda lei é que os sistemas tendem a se desorganizarem, tal bagunça, daqui por diante denotaremos de entropia.&lt;br /&gt;O que vemos na prática é que quando queremos organizar um sistema, é necessário que um agente externo forneça energia na forma de trabalho a fim de diminuir a entropia do sistema, ou seja, se você quiser seu quarto ou casa organizados, você (agente externo ao sistema) terá de trabalhar, e trabalhar muito, para organizar as coisas, ao final de tudo verá que gastou mais energia para organizar do que o seu quarto gastou para desorganizar-se, uma vez que grande parte da energia gasta na organização acaba por se degradar.&lt;br /&gt;Temos que ressaltar que todo o entendimento da segunda lei é estatístico, baseado em probabilidade, ou seja, existem eventos que estatisticamente são mais prováveis de ocorrer, seja a nível macroscópico ou microscópico.&lt;br /&gt;Para que fique totalmente claro, essa questão de probabilidade, veremos alguns exemplos de eventos que ocorrem constantemente, e eventos que provavelmente não irão ocorrer:&lt;br /&gt;I – Imagine que uma sala contenha dois orifícios por onde são lançadas bolinhas de borracha; por um orifício saem bolinhas vermelhas e por outro saem bolinhas azuis, veremos então as bolinhas saltitarem por todo o recinto enquanto a sala é preenchida por tais bolinhas. Naturalmente quando o ambiente estiver totalmente cheio de bolinhas, que cena você espera encontrar? Uma visão caótica onde bolinhas azuis e vermelhas estão misturadas, ou bolinhas azuis e vermelhas bem separadas uma das outras? É muito mais provável que você encontre uma verdadeira bagunça. Por que é mais provável? Porque a desordem tende a prevalecer em relação à ordem, ou seja, o número de configurações possíveis em que a desordem prevalece é muito maior do que aquelas que a ordem prevalece, ou seja, os sistemas tendem naturalmente a ficarem caóticos e menos complexos.&lt;br /&gt;II – Quando você solta um ovo no chão, esse que tinha uma estrutura organizada se quebra, aumentando a sua entropia ou desordem. Isso me parece uma cena normal e cotidiana, afinal quem nunca deixou um ovo cair no chão e sujar toda a casa? Mas será que podemos encontrar uma cena invertida, como aquela em que rebobinamos uma fita de VHS ou um DVD, ou seja, será que veremos aquele ovo quebrado no chão voltar a se juntar e compor um ovo como o era antes? Impossível? Talvez alguém ache que não, mas certamente é algo altamente improvável, e quando falo altamente improvável é um evento que simplesmente não veríamos acontecer.&lt;br /&gt;III – Se temos um avião estacionado em uma pista de pouso e esse é atingido por um forte ciclone que simplesmente o despedaça, não acharíamos isso algo espantoso, uma vez que é uma coisa extremamente razoável de se crer. Mas se eu dissesse que logo após esse furacão veio um outro mais forte que remontou todo o avião, com certeza ninguém cairia nessa, uma vez que o segundo evento segunda a Segunda Lei da Termodinâmica apesar de não ser considerado impossível (probabilidade igual a zero) é algo extremamente improvável, tão improvável que simplesmente não ocorre.&lt;br /&gt;Poderíamos citar aqui dezenas de outros exemplos mas acredito que esses são bastante elucidativos. Agora porque a lei recebe esse nome de Segunda Lei da Termodinâmica? Afinal o que essa história de ordem e desordem tem a ver com termologia?&lt;br /&gt;Apesar de sua enorme abrangência como vimos acima, uma vez que vários cientistas propuseram enunciados para a lei como Kelvin, Clausius, Planck, Ostwald e Carnot, a lei ganharia a sua devida importância no campo da termodinâmica, uma vez que nos mostra duas coisas bastante simples:&lt;br /&gt;i – O calor propaga-se naturalmente de uma região de maior para uma de menor temperatura.&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ii – É impossível a construção de uma máquina térmica que, operando ciclicamente, tenha como único efeito retirar calor de um sistema e converte-lo integralmente em energia mecânica (trabalho).&lt;br /&gt;Agora eu pergunto aos defensores do exclusivismo do sistema fechado, será que não encontraremos no dia a dia o calor indo do quente para o frio? Ou será que pelo fato da Terra não ser um sistema fechado, encontraremos o calor indo do frio para o quente? Queremos demonstrar que entendemos a importância do sistema fechado, mas não concordamos com esse exclusivismo absurdo de que a lei só funcione em sistema fechados, uma vez que a contemplamos cotidianamente.&lt;br /&gt;Para que fique bem claro, não estou dizendo que em um sistema aberto não encontramos redução de entropia, pois pode ter certeza que encontramos, agora tal redução jamais pode ser comparada a complexidade da formação da vida, ainda que unicelular, por obra do simples acaso.&lt;br /&gt;Na prática isso é muito fácil de vermos, não podemos construir um carro que converta integralmente calor em trabalho, mas é fácil (natural) convertemos trabalho em calor, é o que acontece por exemplo quando esfregamos as nossas mãos, convertemos energia mecânica em calor facilmente, agora inverter o sistema, fazer com que o calor ponha nossas mãos em movimento, já não é algo tão simples, como nos mostra mais uma vez os professores Calçada e Sampaio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As energias mecânica, elétrica, química, nuclear, etc., tendem a se “degradar”, espontaneamente e integralmente em calor. No entanto a conversão inversa, de calor em energia mecânica, por exemplo, é, como veremos, difícil e nunca integral.&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei nos mostra portanto que a ordem é possível, mas requer o que nós entendemos como degradação de energia muito grande. Veja, quando queremos aquecer um ambiente essa tarefa nos parece fácil, ocorre rapidamente e consome pouca energia se comparada com o processo inverso, por isso que ar condicionado gasta tanta energia elétrica, uma vez que para tirarmos 100 joules de calor do ambiente teremos que gastar pelo menos uns 300 joules de energia, ou seja, o processo inverso ocorre, mas para que a desordem, o caos se torne ordem, ou seja, para um estado de agitação térmica maior (maior temperatura) tornar-se um estado de menor agitação térmica (menor temperatura), é necessário que um trabalho seja realizado sobre o sistema, o trabalho deve ser realizado por um agente externo, que nesse caso é o compressor do ar condicionado que faz todo o trabalho, a custa de uma enorme quantidade de energia elétrica. Então agora vamos pensar um pouco, será que o ar condicionado violou a Segunda Lei da Termodinâmica? Sabemos que não, contudo não acharemos ar condicionados surgindo pelo acaso, são obras de mãos humanas inteligentes que desenvolveram o projeto.&lt;br /&gt;E o Sol? Não poderia fornecer energia para o surgimento da vida, e a conseqüente redução da entropia? Sim, e o Sol o faz, mas o que vemos é vida surgindo de vida e não vida surgindo de não vida. O que estamos afirmando com isso é que a energia Solar é suficiente para manter a vida e não para criá-la da matéria morta, e a maior prova disso é que quando olhamos para o sistema solar ou até pra fora dele, simplesmente não encontramos nenhum tipo de forma de vida, nada, zero, apesar do Sol está fornecendo energia para os outros planetas. Se fosse algo assim tão simples como querem os evolucionistas estaríamos encontrando vida em todo o sistema solar, mas porque não encontramos? Simplesmente porque a segunda lei, continua atuando mesmo com a presença do Sol. Mas será que a energia proveniente do Sol não seria suficiente para permitir o teste de combinações que possibilitassem o surgimento da vida? Para respondermos essa pergunta vamos falar de algo que nem de longe é vida, mas está relacionada com ela, vamos falar sobre a “simples” hemoglobina segundo as palavras do cientista Issac Asimov:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existem 135 x 10^165 possíveis combinações para a hemoglobina. Para se realizar as combinações necessárias seria consumida a energia e a matéria de 10 sextilhões de universos por segundo, durante 10 trilhões de trilhões de anos para se produzir as combinações de hemoglobina, por acaso.&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn5" name="_ednref5"&gt;[v]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Portanto, os criacionistas têm consciência de que a Terra é um sistema aberto, de que é possível então uma redução da entropia, mas que tais reduções estão a anos-luz de distância do que seria necessário para o surgimento da vida ao acaso.&lt;br /&gt;Agora eu pergunto, onde é que achamos um sistema fechado? Tal sistema simplesmente não pode ser criado materialmente, portando posso afirmar categoricamente que tal sistema fechado não existe, uma vez que não posso isolar absolutamente uma região do espaço da influência de todas as formas de energia. Então se esse sistema fechado não existe, como foi que descobriram a Segunda Lei da Termodinâmica, uma vez que é necessário que para que um conceito se torne lei, temos que constatar a sua observação empírica? É aquela história, é ver pra crer. Portando claramente se vê que a Segunda Lei não é algo que absolutamente só seja plausível na presença de um sistema fechado, ao contrário, vemos a segunda lei atuando constantemente nas coisas, como vemos nas palavras dos professores universitários Halliday, Resnick e Walker:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma lei da física é simplesmente uma afirmativa – em forma de palavras, como a segunda lei da termodinâmica ou em forma de equação, como a lei de Newton para a gravitação – que resume os resultados da experiência e da observação para uma certa faixa de fenômenos físicos. Como “verdade” é um conceito bastante abstrato, com uma enorme carga de conceitos filosóficos e éticos, os físicos raramente dizem quando se referem a uma lei: “Ela é verdadeira?” A pergunta quase sempre feita é muito mais específica e sua resposta é muito mais fácil: “Os resultados previstos por essa lei concordam com a experiência?”&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn6" name="_ednref6"&gt;[vi]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Sim, nossos resultados concordam com a experiência, não vemos a vida surgir por acaso, mas vemos a vida surgir da vida como já previa a lei da biogênese de autoria de Louis Pasteur, que derrubou a falsa idéia evolucionista da geração espontânea. Vemos na Segunda Lei da Termodinâmica um obstáculo instransponível para os evolucionistas, ainda que esses usem dos seus sofismas ao afirmar que a mesma só é válida para sistemas fechados.&lt;br /&gt;            E prosseguem os professores já citados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Talvez o fato mais impressionante sobre as leis físicas seja que eles existem e têm formas tão simples. O fato de que domínios tão vastos da experiência possam ser resumidos numa única sentença ou numa única equação continua deixando maravilhados todos os que pensam com clareza. Mas uma vez Einstein colocou a questão de maneira correta, quando afirmou que “a coisa mais incompreensível acerca do Universo é que ele é compreensível”.&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn7" name="_ednref7"&gt;[vii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Um universo explicável, é a maior prova da existência de um criador, e não simplesmente uma bagunça generalizada, obra de uma explosão, uma vez que as leis físicas não são criadas e sim descobertas.&lt;br /&gt;Agora porque se idealizou o chamado sistema fechado? Para que possamos criar um modelo matemático com resultados precisos, ou seja, queremos evitar que agentes externos interfiram no resultado específico. Só que quando a interferência é muito pequena, ou o que denotaríamos de desprezível, o resultado no caso concreto é muito próximo do resultado em um sistema ideal, que seria o chamado sistema fechado.&lt;br /&gt;Queremos mostrar com isso que não é necessário a presença de um sistema fechado para contemplarmos a lei funcionando, ou seja, numa comparação simplista, sabemos que a aceleração da gravidade é de aproximadamente 9,78 m/s^2 no vácuo, se considerarmos os efeitos do ar em um corpo de pequena área, ou seja, quando deixamos um prego cair, ainda que seja no ar, encontraremos um resultado muito próximo desse, uma vez que apesar de o ar não ser um sistema fechado, é muito próximo do tal sistema.&lt;br /&gt;Agora o que tudo isso tem a ver com a teoria da evolução? O fato é que a teoria da evolução propõe que um sistema caótico, teve sua entropia reduzida a ponto de que as moléculas se organizaram e formaram uma célula, e daí por diante a vida teria se iniciado a partir dos seres unicelulares. Essa seria então uma das primícias da teoria da evolução, ou seja, a vida unicelular (algo extremamente complexo) teria se originado da desordem, do caos. Pergunto: isso é impossível? Não é impossível, em um sentido matemático mas é algo extremamente improvável, lembra da história do ovo quebrado que se conserta sozinho? Tal impossibilidade é conhecida no meio acadêmico, e aqui citaremos diversos exemplos, situações não ditas por mim, mas pelos maiores defensores do ceticismo, ou ateísmo como queiram.&lt;br /&gt;Começaremos pelo cientista evolucionista Paul Davies que admite que a possibilidade de fazer as proteínas da vida por recombinação casual será semelhante a alguém imaginando que seja possível construir uma casa explodindo dinamite embaixo de um caminhão de tijolos! Num artigo da revista New Scientist, ele disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora conhecemos que o segredo da vida não consiste somente nos ingredientes químicos, porém, na estrutura lógica e no arranjo específico das moléculas.... Como um supercomputador, a vida é um sistema de processamento de informação.&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn8" name="_ednref8"&gt;[viii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vejamos o que nos diz o ganhador do prêmio Nobel de Medicina Dr. Francis Crick:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um homem sincero, armado com todo conhecimento de que dispomos agora, só poderia afirmar que, num certo sentido, a origem da vida parece no momento ser quase um milagre, tantas são as condições que teriam que ser satisfeitas para fazê-las existir&lt;/strong&gt;.&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn9" name="_ednref9"&gt;[ix]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                E por que não falarmos do pai do ceticismo moderno, Carl Sagan, que arrebatou multidões em sua aclamada série Cosmos. Segundo Sagan a possibilidade do homem ter evoluído é de aproximadamente 1 em 10^2.000.000.000.&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn10" name="_ednref10"&gt;[x]&lt;/a&gt; Se fossemos escrever esse número por extenso seria preciso o equivalente a 20.000 livros de 100 páginas. Tal probabilidade nos mostra que tal evento simplesmente não ocorreu, fere os princípios básicos da segunda lei, a possibilidade de tal organização a partir da desordem é algo que simplesmente não pode ser concebido. Impossível? Não, mas altamente improvável.&lt;br /&gt;            Para tratarmos dessa questão de probabilidade, e para que entendamos o que representa tais potências num sentido prático, faremos uso da chamada Lei de Borel, que nos mostra que estatisticamente um evento cuja probabilidade esteja abaixo de 1 chance em 10^50 simplesmente não ocorre. Ora se 10^50 não ocorre&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn11" name="_ednref11"&gt;[xi]&lt;/a&gt;, então o que dizer do 10^2.000.000.000. Fatidicamente Sagan, assassinara, portanto, a teoria da evolução de uma vez por todas.&lt;br /&gt;            Marcel P. Schutzenberger da Universidade de Paris, França, calculou a probabilidade da evolução baseado na evolução e na seleção natural. Como muitos outros cientistas ele calculou que era algo inconcebível, porque a probabilidade de um processo ao acaso realizar isso é virtualmente zero, como vemos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não há probabilidade (10^1000) de ver esse mecanismo surgir espontaneamente e, se surgisse, menos ainda que se mantivesse...Para concluir, cremos que existe uma brecha considerável na Teoria Neodarwinista da evolução, e cremos que essa brecha é de natureza tal que não pode ser fechada dentro da concepção corrente da biologia.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;                              &lt;br /&gt;Alguns evolucionistas tentam argumentar que em virtude do processo ser gradual não seria estranho que uma série de impossibilidades se acumulasse no decorrer do tempo, o fato é que o espaço entre uma possibilidade e outra, não é infinitesimal uma vez que para cada passo seguinte temos que esperar um verdadeiro milagre estatístico, e não é só o evento ocorrer, mas ele se manter para possibilitar o evento seguinte, uma vez que eles são interdependentes, ou seja quando se calcula uma probabilidade para um evento final como o surgimento da vida pelo acaso, se faz necessário que uma séria de eventos consecutivos e ordenados ocorra de uma maneira lógica a fim de gerar uma “simples” vida unicelular.&lt;br /&gt;Talvez alguém até pense que esse número (1 chance em 10^1000), não seja lá uma possibilidade muito pequena como acredita Schutzenberger, mas vamos dar um exemplo para esclarecer. Para se ganha na mega-sena temos uma possibilidade na ordem de 10^10, perceba que as pessoas ganham na mega-sena, uma vez que não há violação da lei de Borel (10^50). Vamos dar um exemplo extremo: quanto tempo (em anos) uma ameba gastaria para transportar todos os átomos, um de cada vez, de 600.000 trilhões, de trilhões, de trilhões, de trilhões de universos do tamanho do nosso, de uma ponta a outra do universo, considerando que o universo tem um diâmetro de 30 bilhões de anos luz? A resposta é que essa ameba gastaria 10^171 anos para realizar essa tarefa, mas perceba que esse valor nem seque arranha 10^1000.&lt;br /&gt;            Perguntamos de novo, como podemos crer em algo cujas chances são de 1 em 10^1000 ou até 1 em 10^2.000.000.000?&lt;br /&gt;            O fato da Teoria da Evolução simplesmente não elucidar a origem da vida a partir da matéria não viva é algo tão improvável e absurdo que os evolucionistas admitem descaradamente, tomarei como exemplo a última publicação da revista Super Interessante, que trazia como matéria de capa “Darwin o homem que matou Deus”. Veremos o que a própria revista afirmou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Era uma molé&amp;shy;cula capaz de se replicar, de sugar maté&amp;shy;ria orgânica do ambiente e usar como matéria-prima para produzir cópias dela mesma. Motivo? Nenhum: ela fazia répli&amp;shy;cas por fazer e pronto. Vai entender...&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn12" name="_ednref12"&gt;[xii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            E é assim que a ciência evolucionista é feita, com frases dogmáticas como vemos acima “ela fazia répli&amp;shy;cas por fazer e pronto”, mas se você caro leitor achou isso pouco, o que dizer dessa próxima frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essa aparição foi algo tão improvável quanto se esta revista (que também é fei&amp;shy;ta de cadeias de carbono) comesse seus dedos agora e, a partir dos átomos da sua carne, pele e ossos, construísse uma có&amp;shy;pia dela mesma. Improvável, mas foi exatamente o que aconteceu naquele dia.&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn13" name="_ednref13"&gt;[xiii]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                A questão toda é, até quando aceitaremos esse tipo de ciência? Acusar os criacionistas de usar a fé, e pedir para que acreditemos em algo como o escrito acima é no mínimo ridículo.&lt;br /&gt;Por isso que nós podemos afirmar categoricamente, que em conformidade com a Segunda Lei da Termodinâmica, certos eventos simplesmente não ocorrem, e a evolução é um deles. E vimos também que não é só o fato da Terra ser um sistema aberto que a torna imune a segunda lei, ou que, o fato de um sistema aberto ser mais favorável a redução da entropia não quer dizer que necessariamente a redução da entropia venha a ocorrer; além de contemplarmos também que não é só ter energia disponível mas é como a energia é utilizada no processo, como afirmam Simpson e Beck:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(…) o simples fornecimento de energia não é suficiente para desenvolver e manter a ordem.  Um touro em uma loja de porcelana executa trabalho, mas ele nem cria nem mantém organização. O trabalho necessário é um trabalho específico; tem que seguir especificações; requer informação em como proceder.&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_edn14" name="_ednref14"&gt;[xiv]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Não quis aqui criar um compêndio sobre a Segunda Lei da Termodinâmica, mas demonstrar as suas implicações em decorrência da Teoria da Evolução. E reafirmar a posição de que tal lei interfere sim, e é, ainda que alguns evolucionistas não sejam sinceros para admitir, um problema à Teoria da Evolução.&lt;br /&gt; ________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Notas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; CALÇADA, Caio Sérgio; SAMPAIO, José Luiz. Termologia, fluidomecânica, análise dimensional. São Paulo: Atual, 1998. p.294&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 2: Gravitação, ondas e termodinâmica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. p.237-238.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; Entendemos naturalmente como espontaneamente, ou seja, de uma maneira não forçada.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; CALÇADA, op. cit., p.295&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref5" name="_edn5"&gt;[v]&lt;/a&gt; ASIMOV, Issac. The genetic code.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref6" name="_edn6"&gt;[vi]&lt;/a&gt; HALLIDAY, op. cit., p.255.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref7" name="_edn7"&gt;[vii]&lt;/a&gt; HALLIDAY, loc. cit.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref8" name="_edn8"&gt;[viii]&lt;/a&gt; DAVIES, Paul. Life Force, New Scientist, 163 (2204): 27-30. 18 de Setembro, 1999.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref9" name="_edn9"&gt;[ix]&lt;/a&gt; CRICK, Francis. Life itself: Its Origin and Nature. Nova Iorque: Simon &amp; Schuster, 1981. p. 88.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref10" name="_edn10"&gt;[x]&lt;/a&gt; SAGAN, Carl; CRICK, F. H. C.; MUCHIN, L. M.. Comunication and Extraterrestrial Inteligence. MA: MIT Press. p. 46.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref11" name="_edn11"&gt;[xi]&lt;/a&gt; BOREL, Emile. Probabilities and Life. Nova Iorque: Dover, 1962.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref12" name="_edn12"&gt;[xii]&lt;/a&gt; SUPER INTERESSANTE. Abril, n.240, junho de 2007. p. 64.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref13" name="_edn13"&gt;[xiii]&lt;/a&gt; Ibid.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1041258746658389007#_ednref14" name="_edn14"&gt;[xiv]&lt;/a&gt; SIMPSON, George. G; BECK,  William. Life: An introduction to biology. 2. ed. New York: Harcourt, Brace, e World Pub. Co, 1965. p. 466.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1041258746658389007-83929399316117589?l=ronaldoxavier.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/feeds/83929399316117589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1041258746658389007&amp;postID=83929399316117589' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/83929399316117589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1041258746658389007/posts/default/83929399316117589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoxavier.blogspot.com/2007/07/segunda-lei-da-termodinmica-e-suas.html' title='A Segunda Lei da Termodinâmica e suas implicações na Teoria da Evolução'/><author><name>Ronaldo Xavier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09171517700769971353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_gqaVKWcUvno/SW5YmAEO8JI/AAAAAAAAACc/e16nPXnkI0w/S220/Prof.+Ronaldo+Xavier+(11).JPG'/></author><thr:total>13</thr:total></entry></feed>
